domingo, 22 de setembro de 2013

São Paulo - Exposição mostra 60 anos das transformações da arte brasileira

'30 x Bienal - Transformações na Arte Brasileira da 1ª à 30ª Edição' traz a trajetória artística do país nos últimos 60 anos
Foto: Divulgação

A Fundação Bienal de São Paulo inaugurou neste sábado (21) a exposição 30 x Bienal - Transformações na Arte Brasileira da 1ª à 30ª Edição, que traz a trajetória artística do país nos últimos 60 anos, de 1951 até 2012, destacando a participação brasileira da primeira à última bienal

"Procurei encontrar correspondência entre a importância da Bienal e a importância na história da arte brasileira. É um pouco buscar o paralelo entre essas duas histórias que são complementares", disse o curador da mostra, Paulo Venancio Filho, que acredita que a Bienal é um dos elementos que estruturou a arte brasileira a partir da segunda metade do século 20.

A mostra traz 250 obras, que representam todas as edições da Bienal, feitas por 111 artistas. De acordo com o curador, a intenção é propor uma orientação não-cronológica, mas flexível, "que possa ultrapassar tempo e espaço sem, entretanto, deixar de observar a continuidade histórica de seis décadas".

"Selecionar (as obras) foi uma tarefa difícil, complicada, porque participaram das 30 edições cerca de 1.700 artistas. Tive de fazer uma redução muito drástica, cheguei a esse número de 111, que acho que é um número representativo desse período", disse Venancio.

A exposição traz um panorama das influências presentes na Bienal, que abrange desde a abstração geométrica ao concretismo, a arte pop, a geração conceitual e o reflexo dessas escolas na produção dos artistas de hoje.

"A bienal ainda é o grande evento artístico do Brasil. Fundamental para as artes plásticas e para a cultura brasileira. Hoje, as artes plásticas têm um papel maior, mas há 60 anos ninguém sabia o que era, a Bienal deu uma dimensão pública para as artes plásticas", afirmou Venancio.

A exposição ocorre até 8 de dezembro no prédio da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera, Portão 3.

Agência Brasil

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Brasília DF, Exposição " Um olhar sobre o Brasil - A fotografia na construção da imagem da Nação ", 20/08 à 20/10/13 - CCBB

Grandes nomes da fotografia mundial em exposição em Brasília
Da Redação19/08/2013 07:15


“Um olhar sobre o Brasil - A fotografia na construção da imagem da Nação", em cartaz no CCBB a partir terça-feira, reúne registros de fotógrafos como Louis Compte, Marc Ferrez, Thomas Farkas e Sebastião Salgado.

Brasília - Quem visitar a exposição "Um olhar sobre o Brasil - A fotografia na construção da imagem da Nação", que abre para o público esta terça-feira, dia 20 de agosto,  no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília, terá a oportunidade de encontrar, em uma única mostra, trabalhos de grandes nomes da fotografia mundial.
É o caso de Louis Compte, que, segundo conta a história, apresentou a fotografia ao Brasil no dia 16 de janeiro de 1840. Era capelão de um navio-escola francês (corveta franco-belga L'Orientale) que aportou de passagem pelo Rio de Janeiro. Ele trouxe a novidade de Paris para a cidade, introduzindo a daguerreotipia no país. Realizou três demonstrações do funcionamento do processo e apresentou o daguerreótipo ao imperador D. Pedro II. Foi a primeira demonstração no Brasil e na América Latina.
Dois meses depois da demonstração de Compte, em março de 1840, D. Pedro II adquiriu seu primeiro daguerreótipo, tornando-se o maior divulgador da arte no país e o primeiro fotógrafo brasileiro, com apenas 15 anos de idade.
Marc Ferrez é outro nome de destaque. O fotógrafo franco-brasileiro retratou cenas dos períodos do Império e início da República, entre 1865 e 1918, sendo que seu trabalho é um dos mais importantes legados visuais daquelas épocas.
Suas obras retratam o cotidiano brasileiro na segunda metade do século XIX, principalmente da cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil. Há fotos da ilha das Cobras, da floresta da Tijuca, da praia de Botafogo, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, entre outras. 
Militão Augusto de Azevedo - também representado na exposição - é considerado um dos mais importantes fotógrafos brasileiros da segunda metade do século XIX. Desenvolveu paralelamente as carreiras de ator e fotógrafo, atuando na Companhia Joaquim Heleodoro (de 1858 a 1860) e na Companhia Dramática Nacional (de 1860 a 1862). Mudou-se para São Paulo aos 25 anos de idade e ainda na década de 1850 passou a trabalhar como retratista para os proprietários do ateliê Carneiro & Gaspar.
A experiência de Militão no teatro exerceu uma influência importante em seu estilo de fotografar. Enquanto outros fotógrafos da época dedicavam-se primordialmente ao maior mercado da época, o de retratos, no seu trabalho nota-se uma liberdade artística e criativa, ao escolher a paisagem urbana como alvo de seus registros.
Já o premiado Sebastião Ribeiro Salgado está representado em apenas uma foto: Serra Pelada (Pará, 1986). Foi internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, "As Imagens da Amazônia". Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado vivem atualmente em Paris.
Pierre Verger também faz parte da seleção que compõe a exposição. Fotógrafo e etnólogo autodidata franco-brasileiro, dedicou a maior parte de sua vida ao estudo da diáspora africana - o comércio de escravos, as religiões afro-derivadas do novo mundo, e os fluxos culturais e econômicos resultados de e para a África.
Após a idade de 30 anos, depois de perder a família, Pierre Verger levou a carreira de fotógrafo jornalístico. A fotografia em preto e branco era sua especialidade. Usava uma máquina Rolleiflex que hoje se encontra na Fundação Pierre Verger.
Por fim, Thomaz Jorge Farkas foi um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Húngaro de nascimento, veio para o Brasil quando criança, em 1930. Seu pai foi sócio fundador da Fotoptica, empresa que também viria a dirigir. Iniciou sua carreira de fotógrafo na década de 1940 e foi um dos mais expressivos membros do Foto Cine Clube Bandeirante. Em sua obra destaca-se o registro da construção e inauguração de Brasília. Criou em 1979 a Galeria Fotoptica em São Paulo, destinada exclusivamente à exposição de fotografias.
Sobre a exposição
De 20 de agosto a 20 de outubro, a mostra traz 300 imagens de acervos públicos e coleções particulares, que foram reunidas para contar 170 anos da história brasileira (1833-2003), e conta com curadoria de Boris Kossoy e Lilia Schwarcz, patrocínio do grupo segurador Mapfre, realização da Fundación Mapfre e CCBB e organização do Instituto Tomie Ohtake.
Fonte :
http://www.portugaldigital.com.br/cultura/ver/20079287-grandes-nomes-da-fotografia-mundial-em-exposicao-em-brasilia

Brasília DF, Exposição Narrativas Poéticas, Museu Nacional da República, até 29/09/13

Quadros e poesias de artistas famosos são expostos em Brasília

17/08/2013 - 10h48
Da Agência Brasil
Brasília - A Exposição Narrativas Poéticas, apresentada pela coleção Santander Brasil, está na capital federal e pode ser vista até o dia 29 de setembro, no Museu Nacional da República. A mostra ao público tem o objetivo de estabelecer um diálogo entre a produção de artes plástica e a poesia brasileiras na visão dos curadores Helena Severo, Antonio Cícero, Eucanaã Ferraz e Franklin Espath Pedroso.
Foram selecionadas para a exposição 83 peças de 49 artistas como os pintores Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcante, Ivan Serpa, Iberê Camargo além da exibição de trechos de poemas de Manuel Bandeira, Murilo Mendes, João Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Mário Quintana, entre outros.
De acordo com o mediador Wan Senna um dos objetivos é mostrar um recorte do grande acervo de obras do banco. “A exposição não está separada em movimento, ele é uma exposição livre pela galeria, a ideia é mostrar os acervos que muitas vezes não está acessível a todos e divulgar um pouco da cultura a essas pessoas”, disse.
A bibliotecária Nancy Marcondes Pinheiro, de Belo Horizonte, está a passeio em Brasília e foi conferir a exposição. “Essa exposição é muito interessante, adorei a ideia da gravação focada no chão com os poemas, o lugar é muito agradável, esta de parabéns quem bolou essa ideia toda”, relatou a bibliotecária.
Quem for visitar a exposição poderá participar de oficinas da Produção de Poema Haicai, uma poesia de origem japonesa que constitui de dois elementos: concisão e objetividade. E dinâmicas baseadas na imagem. A coleção recebe por dia cerca de 600 visitantes e a estimativa é que no fim de semana esse número aumente para 2 mil pessoas.
Os interessados em participar das oficinas, pode fazer o agendamento com Lua Bueno Cyriaco, supervisora do educativo no telefone (61) 9616 6070.
Edição: Marcos Chagas
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Fonte :
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-17/quadros-e-poesias-de-artistas-famosos-sao-expostos-em-brasilia

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Brasília DF, mostra coletiva "Brasil: As Cores da Floresta", 24/06 até 26/07/13

Espiar II, da pintora Loíla, integra a exposição

Organizada sob o título "Brasil: As Cores da Floresta", a exposição montada no Centro Cultural da Câmara Legislativa, até o dia 26 de julho, reúne trabalhos de seis artistas plásticas e uma poetisa. As pinturas, em formatos variados, dialogam pelo uso intenso de cores e uma temática predominantemente abstrata, mas com níveis diversos de tonalidades, às vezes mais fortes, noutras esmaecidas. A solenidade de abertura oficial da mostra está agendada para segunda-feira (24), às 19h, no foyer do plenário da CLDF.

A exposição, que tem a curadoria de Camila Suato, reúne cerca de 60 trabalhos em tinta acrílica sobre tela. Neles, de repente, uma profusão de cores remete a um jardim com plantas aquáticas, visível em um dos quadros apresentados por Solange Lannes. Outras aparecem iluminadas, como se pode ver nas cidades e florestas imaginárias de Carmem Fraga. Enquanto Loíla abre uma "janela" que deixa ver a mata no exterior, ora num verde vivo, ora alaranjada, como sob o efeito do fogo ou do sol, nas obras Espiar I e Espiar II (ver fotos).

Técnica - Luíza Cohen Meneghetti também se utiliza de uma espécie de abertura para convidar o espectador a uma imersão no espaço azul de uma de suas telas. Muitos trabalhos exibidos podem ser inseridos numa categoria de obras "matéricas", caracterizadas pelo uso generoso de camadas de tintas e pelas sobreposições de materiais sobre a tela, como nos trabalhos de Iracema Brochado. Outras também explicitam a técnica que foi empregada na pintura.

A maior diversidade do colorido se encontra, contudo, nas obras de Renata Prata, que "viaja pelo Brasil" e apresenta, além de aspectos humanos, exemplares da flora e fauna em suas telas, que formam polípticos – quando vários quadros são expostos aproximados para formar um conjunto, geralmente, relacionado ao mesmo tema.

Das expositoras, cinco residem no Distrito Federal, e Renata vive e trabalha em Uberaba (MG), onde também atua como arquiteta. Como ela, a poetisa Flora Malta Carpi também não mora em Brasília. A escritora e compositora fluminense reside em Itaperuna (RJ) e comparece à mostra com três poemas: "Flora", "A dança da vida" e "Enquanto houver sol".

SERVIÇO

Brasil: As cores da floresta

Visitação: até 26 de julho de 2013
Horário: de 9h às 19h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados)
Local: Foyer do plenário da Câmara Legislativa (Térreo Inferior)
Informações: 3348-8286 (Seção de Relações Públicas/CLDF)

Entrada Franca


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Florianópolis SC, Projeto “Interfaces Desfigurativas” traz Olivier De Sagazan ao Brasil, 12/06/13

Contemplado no Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna, projeto realiza oficina, debate, mostra de vídeo e performances em Florianópolis (SC)

Projeto " Interfaces Desfigurativas "

A partir de 12 de junho, o projeto Interfaces Desfigurativas – Intercâmbio entre solos (Brasil/França) dá início a uma variada programação que inclui oficina, debate, mostra de vídeo e apresentação da performance internacional “Transfiguração” , de Olivier De Sagazan, além de solos de Elisa Schmidt e Ghel Nikaido. As atividades serão realizadas em Florianópolis (SC).

Contemplado no Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna 2012, o projeto é de autoria de Elisa Shimidt. Mestre em teatro pela Universidade Estadual de Santa Catarina, ela começou, em 2009, a pesquisar e se inspirar no trabalho de Olivier De Sagazan. A artista investigou sobre as interfaces entre as artes – dança, escultura, pintura e performance – presentes no repertório de obras do artista, e dois anos mais tarde embarcou para a França, onde aprendeu sobre o uso da desfiguração como estratégia de desestabilização e de deformação da figura diretamente com  De Sagazan.

A primeira ação será realizada entre os dias 12 e 14 de junho, das 9h às 12h. É a Oficina Matéria-Prima no Jurerê Sport Clube -, em Jurerê Internacional, que conta com a participação de profissionais, estudantes e artistas. No dia 14 de junho, das 14h às 18h, acontece o debate e apresentação do vídeo Sanctus Nemorensis, no auditório do bloco amarelo, na Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC). O conteúdo aborda os aspectos autobiográficos e filosóficos trabalhados pelo artista na utilização de diferentes mídias na composição de suas obras – como a escultura, o desenho, o vídeo, arte e performance. Em 15 de junho, no Sesc Prainha, às 20h, será a noite da Performance Transfiguração, com apresentação de De Sagazan, com entrada gratuita. Nos dias 14 e 15 de junho, estará em exposição a Mostra de Desenhos da artista Adriana Maria dos Santos, a partir das 19h, no Coletivos/Creperia Degrau, na Lagoa da Conceição.

O artista Olivier De Sagazan ainda presta consultoria ao trabalho de Elisa Schmidt e do bailarino Ghel Nikaido, que desenvolveram solos de dança com base no estudo da desfiguração. A apresentação dos solos de dança Entre Terra e Meum Corpus será entre os dias 3 e 7 de julho, às 20h, no Sesc Prainha, em Florianópolis, com entrada gratuita. “Estamos unindo três cabeças que pensam a desfiguração em arte para a configuração do projeto. De maneira genérica, o trabalho visceral do De Sagazan me faz compreender pela sensação, não pela lógica. O anacronismo é presente no trabalho dele como uma maneira de repensar o ser humano ancestral e o contemporâneo, bem como o conformismo burocrático à mercê de uma paisagem congelada e pouco questionada”, comenta a idealizadora do projeto Elisa Schmidt.

Olivier De Sagazan

Esta é a segunda vez que o artista vem ao Brasil, a primeira foi em Belo Horizonte (MG), em 2010. No trabalho de performance, Olivier De Sagazan exprime a fascinação sensível. Com mais de 30 anos de experiência, o artista possui em seu repertório obras como Transfiguration, Transfiguration Hybridation, Transept, L´enfermoi, que foram apresentadas em diferentes países como França, Canadá, Japão, Inglaterra e Brasil. No trabalho com escultura e desenho, De Sagazan expôs em muitas galerias, entre elas: Marie Vitoux, em Paris; Grand’Rue, em Poitiers . Entre as bibliografias escritas sobre suas obras constam os livros: Transfiguration – Edição Democratic bocks; Le Fantôme dans la machine – Edição Universitaire D’Angers ; Carnet D’atelier – Edição Mémoire Vivante ; Etres Chairs – Edição Nazairienne ; Quand le visage perd sa face – La défiguration en art / La Violence en Art – Editição Vitoux. Participou também do filme Samsara, de Ron Frick – realizador de Baraka.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Brasília DF, Instituto Cervantes, Exposição " Ídolos do Esporte ", 13/06 à 20/07/13

Autor/es: Carmen Cámara

Esporte e Cultura: instrumentos para o desenvolvimento social  " Ídolos do Esporte "

Exposição

Do ponto de vista conceitual, esta instalação está inspirada na frase do filósofo inglês  Francis Bacon (1561-1626): “O homem é um Deus para o homem”.

Em sua teoria dos ídolos da tribo, da caverna, do fórum e do teatro são os erros que impedem que o homem possa conhecer o mundo. O enunciado e o desenvolvimento desta teoria são a base para o desenvolvimento deste trabalho.

Os retratos de esportistas manifestando sua decepção ou alegria, são em realidade um reflexo de nós mesmos como sociedade, com todas as nossas conquistas e nossas frustrações.
Do ponto de vista visual, Carmen Cámara faz referência à instalação “48 retratos” do artista alemão Gerhard Richter, que representa uma galeria de homens ilustres do século XIX através da objetiva de sua câmera fotográfica. Nesta ocasião a artista apresentará 100 retratos de atletas do mundo.

CARMEN CÁMARA – graduada em Belas Artes pela Universidade Autônoma de Madri e pela Corcoran School of Art, Washington D.C. Realizou mais de 20 exposições individuais e coletivas, possui obra em importantes coleções como as da Casa da Espanha, em Nova York, do Ministério de Assuntos Exteriores, em Madri, da Canon Espanha, em Madri, do Centro de Arte Caja de Burgos, em Burgos e em coleções particulares em diferentes países.

Dentro de

Esporte e Cultura: instrumentos para o desenvolvimento social
I Simpósio Internacional Esporte e Transformação Social
Seminário

Ficha técnica

Obra: 100 obras
Autor/a/es/as: Carmen Cámara
Cronologia: 2012
Técnica: Pintura
Tamanho: 35 x 27cms

Entidades Organizadoras
Instituto Cervantes (Brasilia)
SESC DF
Universidad de Brasilia / Universidade de Brasília
Gobierno del Distrito Federal. Secretaría de Deporte

Entidades colaboradoras
Rede Globo
Embajada de España (Brasil)
Sociedad Cultural Brasil-España
Complejo Meliá Brasil 21 / Complexo Meliá Brasil 21
Embajada de México (Brasil)

Fonte :
http://brasilia.cervantes.es/FichasCultura/Ficha86282_04_9.htm

Mais :
http://br.noticias.yahoo.com/instituto-cervantes-traz-arte-cultura-copa-das-confedera%C3%A7%C3%B5es-172207924.html

Brasília DF, Exposição coletiva " Todo Sonho Parece Estranho ", 10 à 23/06/13 - Galeria de Arte do Deck Norte

Exposição coletiva - Todo sonho parece estranho
20 artistas do circuito brasiliense apresentam gravuras, pinturas e esculturas na exposição Todo Sonho Parece Estranho, que fica até dia 23 de junho na galeria de arte do Deck Norte.

Local: Shopping Deck Norte
Data: de 10/06/2013 a 23/06/2013

Filiados da ACAV, na lista de participantes abaixo, destaque em vermelho .



Brasília, 10 de junho de 2013 - O Deck Norte recebe até o dia 23 de junho a exposição "Todo sonho parece estranho", com trabalhos de 20 artistas do circuito cultural brasiliense. São esculturas, gravuras e pinturas em torno de um mesmo tema, reunidas na galeria de arte do shopping no Lago Norte, na ala nova do Piso 1. A entrada é franca, com visitação de 13h às 19h.

Com curadoria de Lourenço de Bem e produção de Kell Mota, a exposição conta com obras de artistas como Rodrigo Nardotto, Lourenço de Bem, Bete Ferrarezi, Adriana Marques, Célia Maldonado, Massimo Massaglia, Max Kokai e Patrícia Bagniewsky. "A parceria do shopping com os artistas da cidade tem dado tão certo que já fizemos da galeria um espaço fixo para receber exposições como essa", conta Renato Horne, superintendente do Deck Norte.

Confira os artistas que participam da exposição:
Adriana Marques
Andréia Grecov
Bete Ferrarezi
Carlos Martins
Cárppio de Morais
Célia Maldonado
Elisa Sampaio
Flavita Obino
Glenio Lima
Izabela Ribeiro
Joana Limongi
Kell Motta
Lourenço de Bem
Marcelino Cruz
Marianne Nassuno
Massimo Massaglia
Max Kokai
Patrícia Bagniewsky
Rodrigo Nardotto
Salete Henkes

Exposição coletiva "Todo sonho parece estranho"
Data: até 23 de junho de 2013
Horário: De 13h às 19h
Informações: (61) 3264 9915

Fonte: Marcela Heitor
SERVIÇOS

Local: Shopping Deck Norte
Endereço: SHIN CA 1 Bloco A, Lote A - Brasília
Telefone do Local: ---
Data: de 10/06/2013 a 23/06/2013
Ponto(s) de Venda(s):
Entrada franca

Valor dos Ingressos:
Entrada franca

Fonte :
http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=37218&canal=14&s=84&ss=0

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Sintra, Portugal - Exposição " Traçando o Brasil - Três Séculos de Desenho de Humor, até 30/06/13


A Fundação Nacional de Artes (Funarte), em parceria com a Câmara de Sintra, promove uma exposição de desenhos críticos, intitulada “Traçando o Brasil – Três Séculos de Desenho de Humor”, no antigo Casino de Sintra. Além de desenhos de Millor Fernandes, a mostra traz ainda desenhos dos seus contemporâneos: Fortuna, Jaguar, Henfil e Ziraldo, de autores atuais como Angeli, Caco Galhardo, e dos irmãos Paulo e Chico Caruso.

Millôr Fernandes terá feito mais de 7 mil desenhos. Para a exposição foram escolhidas obras do acervo particular de Millôr, que eram guardadas na sua casa ou no seu escritório, ambos em Ipanema, no Rio de Janeiro. O conjunto apresentado em Sintra é inédito e é a primeira exposição com os trabalhos de Millôr após a sua morte, em março do ano passado (aos 89 anos). Apesar de ser muito procurado por galerias, fez apenas três exposições, em 1957, 1961 e 1965, e participou numa mostra conjunta em 1986.

A exposição, patente até 30 de junho de terça-feira a domingo, das 10h às 17h , marca a passagem do Ano do Brasil em Portugal e a entrada é gratuita.

Fonte :
http://www.noticiasgrandelisboa.com/2013/06/12/desenho-do-brasil-em-sintra/

terça-feira, 11 de junho de 2013

UnB reabre período de inscrições para Universidade Aberta do Brasi - Curso de Artes Visuais 200 vagas, prazo até 21/06/13


A Universidade de Brasília (UnB) reabriu, nesta quinta-feira (6/6), o período para confirmar a participação no vestibular para cursos de licenciatura a distância, pelo Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). Agora, os interessados que ainda não se inscreveram podem acessar o endereço eletrônico www.cespe.unb.br/vestibular/uab_13_licenciatura entre 7 e 21 de junho e efetuar a inscrição.

Os candidatos devem observar a mudança de cronograma, disponível no edital, que acontece para se adequar ao novo prazo. As provas objetivas e de redação irão ocorrer na data provável de 11 de agosto e serão aplicadas no polo/município escolhido pelo candidato no momento da inscrição.

VESTIBULAR – O sistema UAB pretende ampliar e interiorizar o acesso ao ensino superior público e gratuito por meio de cursos de graduação a distância. Isso também incentiva a formação de professores nas redes públicas, ofertando licenciaturas para o exercício da função.

As 1.410 vagas são distribuídas em oito áreas: Artes Visuais, Educação Física, Geografia, Letras Português, Música, Pedagogia, Biologia e Teatro. Deste total, 116 são para o Sistema de Cotas para Escolas Públicas.
Para concorrer, é preciso comprovar a conclusão do Ensino Médio ou curso equivalente. No ato da inscrição, o candidato deverá optar por qual sistema ele irá concorrer (Universal ou de Cotas para Escolas Públicas), o polo/município preferencial e o curso desejado. Também é imprescindível o número do CPF do candidato para confirmar a participação.

Os polos/municípios servirão como apoio para a realização de atividades obrigatórias dos cursos que requerem a presença do aluno, como laboratórios, tutorias e avaliações. São 21 cidades de apoio presencial da UAB/UnB, espalhadas entre nove estados, listados em edital.

SELEÇÃO – O processo consistirá em prova objetiva e prova de redação, além de uma avaliação de experiência profissional para fins de bonificação. Para os cursos de Artes Visuais, Música e Teatro, haverá, ainda, prova de habilidades específicas conforme descritas em edital, sendo que para Artes Visuais há também a apresentação de portfólio.

SERVIÇO
Vestibular Universidade Aberta do Brasil/Universidade de Brasília (UAB/UnB) para cursos de licenciatura a distância
Vagas: 1.410
Cursos: Artes Visuais (200 vagas), Educação Física (200 vagas), Geografia (135 vagas), Letras Português (200 vagas), Música (125 vagas), Pedagogia (270 vagas), Biologia (100 vagas) e Teatro (180 vagas)
Inscrições reabertas: entre 7 e 21 de junho
Taxa: R$ 100,00
Provas objetiva e de redação: 11 de agosto

CONTATO
Outras informações no endereço Cespe_Vestibular_UAB_13_licenciatura ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h às 19h – Campus Darcy Ribeiro, Sede do Cespe/UnB – pelo telefone (61) 3448 0100.

Fonte :
http://www.redenoticia.com.br/noticia/2013/unb-reabre-periodo-de-inscricoes-para-universidade-aberta-do-brasil/44660

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Brasília DF, Exposição " A Reinvenção da Pintura ", Abraham Palatnik, CCBB, 23/04 à 14/07/13

Um pouco da vida e obra do Artista Plástico Abraham Palatnik, nascido em Natal RN, em 19/02/1928. É um dos pioneiros e a maior referência em Arte cinética no Brasil . Confira, clicando, na imagem abaixo :



CCBB recebe estreia nacional de retrospectiva do artista brasileiro Abraham Palatnik

Abraham Palatnik sabe muito bem o que é não se enquadrar em nenhuma das sete artes conhecidas.

No início da carreira, em um momento da vida em que as inspirações vinham de fora para dentro, Palatnik fez pintura figurativa, retratando paisagens, pessoas e natureza morta.

A forma como enxergava arte mudou completamente quando visitou o Hospital Psiquiátrico Dom Pedro II, no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro, levado pelo amigo Almir Mavignier, orientador do ateliê de pintura e modelagem da instituição.

Quando se deparou com as obras dos pacientes esquizofrênicos, com inspirações vinda dos lugares mais profundos do inconsciente, percebeu que a arte era algo muito além do que conhecia até então.

A exposição Abraham Palatnik poderá ser visitada de 23 de abril a 14 de julho de 2013, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB), local que receberá a estreia nacional da retrospectiva com aproximadamente 90 obras do artista.

O episódio no hospital psiquiátrico, ocorrido em 1948, quando o jovem artista tinha apenas 20 anos, levou-o a refletir como pessoas que nunca tiveram acesso a uma escola de pintura faziam obras tão densas.

“Eu achava que era um artista formado, então resolvi começar de novo. A disciplina escolar já não me servia para mais nada”, reflete o artista, que estará em Brasília para a abertura da exposição. A partir desse momento, com os pinceis deixados de lado e a luz como foco de interesse, o artista aderiu a uma corrente da qual é pioneiro: a Arte Cinética.

Esta será a maior mostra totalmente dedicada a Abraham Palatnik. Obras nunca antes expostas poderão ser vistas pelo público de Brasília. Algumas dessas peças ainda estão em produção e vão compor o acervo como forma de aproximar a população do artista, bem como inseri-la no processo criativo.

Assim, os visitantes poderão conhecer importantes criações para a arte cinética, como o interior de um Aparelho Cinecromático, uma espécie de superfície luminosa que tem a luz como matéria prima. Também poderão entender como se monta um Objeto Cinético, o que ressalta o caráter artesanal de Palatnik.

Um desses objetos, com mais de três metros de altura e dois de largura, ainda em fase de produção, se destaca pelas proporções e demonstra a versatilidade em trabalhar com materiais em diferentes tamanhos e produzir objetos nos mais diferentes formatos.

Os Objetos Cinéticos não pretendem substituir a escultura tradicional por alguma espécie de balé mecânico ao mesmo tempo em que não renunciaram à característica essencial e distintiva da escultura: a construção do espaço.

A obra de Palatnik cria uma forma no espaço pelo movimento, além de confundir e ampliar as fronteiras entre pintura e escultura. Os trabalhos que compõem a exposição vêm de coleções brasileiras, que inclui as do Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro, coleções particulares, além de obras do atelier do próprio artista.


Abraham Palatnik: a reinvenção da pintura

Os rumos que levaram Palatnik a trilhar um caminho alternativo e criar algo novo se misturam com sua história de vida. Nasceu em Natal (RN), no ano de 1928, filho de judeus russos. Em 1932, mudou-se para a cidade de Tel Aviv em Israel e, entre 1942 e 1945, frequentou a Escola Técnica de Montefiori, onde se especializou em motores de explosão.

Todo aquele conhecimento tecnológico adquirido teria aplicações que iriam além de consertar válvulas de motores ou carburadores quebrados. A partir de seus estudos sobre psicologia da forma e cibernética, chegou à conclusão de que o artista não deve estar fadado somente à pintura, desenho, gravura ou escultura.

E com essa constatação, começou seus estudos sobre luz e movimento, que deram origem aos Aparelhos Cinecromáticos e aos Objetos Cinéticos, fazendo dele um dos pioneiros da arte tecnológica no mundo.

As correntes artísticas do fim da década de 40 não exerceram muita influência sobre Abraham Palatnik. Assim que retornou ao Brasil, pouco tempo depois do fim da 2ª Guerra Mundial, em 1947, e instalou seu estúdio na casa de um tio, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, Palatnik passou por uma situação inusitada e teve que dar explicações à polícia por denúncia de um vizinho.

“Eu estava mexendo com luzes, arames, e ele achou que eu era um terrorista”, brinca. O objeto, na verdade, era um dos Aparelhos Cinecromáticos. “Me deu essa ideia de fazer alguma coisa em movimento, ainda era com cilindros, umas polias e uma série de artifícios. As ligações eram feitas com barbante, porque eu queria experimentar, mas também sabia que não poderia finalizar com esse material. E o vizinho, com uma luneta, de vez em quando olhava para o quarto, estranhou o que eu fazia e resolveu chamar a polícia”, completa.

A ideia de se trabalhar com a luz surgiu porque frequentemente era obrigado a utilizar velas quando faltava eletricidade em seu estúdio. “Logo depois comprei umas lâmpadas, comecei a ver as sombras e a luz vencendo obstáculos.

E a atividade foi se desenvolvendo. Isso me deu muita energia para prosseguir. Fiz um ‘trambolho’ enorme com lâmpadas colocadas em cilindros que giravam. Usava celofane colorido para mascarar algumas partes do cilindro, como também conseguia realizar movimentos horizontais e verticais”, relata o artista.

O uso que Palatnik faz da tecnologia e suas possibilidades inovadoras imprime em sua arte grande potencialidade poética. Sua originalidade fez com que não somente a classe artística, mas júri especializado direcionasse atenção e surpresa para seu trabalho.

Durante a I Bienal de São Paulo, em 1951, a comissão internacional de premiação se viu diante de um impasse ao qualificar o Aparelho Cinecromático “Azul e roxo em seu primeiro movimento”. Não era uma escultura, também não era uma pintura. Era algo que não poderia ser qualificado em nenhuma das categorias da bienal. A solução para reconhecer aquele trabalho tão original e inovador era dar a ele uma menção honrosa.

Ficha Técnica:
Curadoria: Pieter Tjabbes e Felipe Scovino
Coordenação geral: Art Unlimited
Cenografia: George Mills


Serviço:Exposição Abraham Palatnik
Local: CCBB-Galeria I
Data:23 de abril a 14 de julho
Hora:Terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada franca
Classificação Livre

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br
http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticias_cultura.php?ccbb-recebe-estreia-nacional-de-retrospectiva-do-artista-brasileiro-abraham-palatnik&id=465602&secao=V

Vídeo : Repórter Brasil ( Noite )

Miraflores - Peru, IV Bienal Internacional de Grabado ICPNA 2013, participação Paulo de Tarso Cheida, até 30/06/13


 Muestra colectiva inaugural de la Bienal Internacional de Grabado ICPNA 2013 con la participación de los artistas extranjeros Taller Carrier Pigeon (EE.UU.), Alicia Candiani (Argentina), Enrique Pérez Martínez (México), Pablo Uribe (Uruguay), Paulo Cheida (Brasil), Ricardo Villarroel (Chile) y de Perú, Alfredo Márquez. Curaduría: Juan Peralta y Daniel Contreras.
 Galería Germán Krüger Espantoso (Av. Angamos Oeste 160)
ICPNA, CP_Jahee Yu_Beautiful Man_Galería Krüger (2)























Del 29 de
mayo al 30 de junio
Horario: martes a domingo de 11:00 a.m. a 8:00 p.m.
 na imaginaria línea de la gráfica enlaza a Estados Unidos con México, Perú, Chile, Argentina, Brasil y Uruguay.
Aquel trazado actúa como el mecanismo puesto en funcionamiento para convertir aMás Allá. Otredad en el grabado contemporáneo, en un artefacto visual de descubrimiento, reconocimiento y autoafirmación.
Esta selección inaugura la 4 Bienal Internacional de Grabado ICPNA 2013 y el circuito de exposiciones en Miraflores, plantea un conjunto de propuestas desarrolladas por reconocidos artistas que se movilizan con lograda intensidad sobre las diversas posibilidades de la gráfica y la transferencia a lo largo de aquella mencionada línea.
 Alicia Candiani (Argentina, 1953) en la serie Un mapa para tus cenizas, traspasa los ámbitos de la cartografía borgiana recurriendo a mapas e impresiones que nos conducen hacia los terrenos de lo deseado, desde la idea de lo posiblemente conocido y el secreto que todo mapa esconde. Paulo Cheida (Brasil, 1955) nos presenta Nexos Causuales, un conjunto gráfico en el que nos conduce desde el grabado sobre papel hasta el desplazamiento a otros soportes inusuales, de carácter escultórico. Una mirada cargada de ironía que recorre acciones referentes a los valores, la ética, la maldad o la injusticia, aquellos hábitos desarrollados en la convivencia entre las personas.
 ICPNA, CP_bruce waldman_dadpress_Taller Carrier Pigeon_Galería Germán Krüger






























A través de su
instalación Carta de Marear, Pablo Uribe (Uruguay, 1962), nos remite a claves cartográficas y literarias mediante la exhibición de un conjunto de libros intervenidos con representaciones fluviales a escala, ríos rojos cuyo recorrido sangrante nos dan la dirección de lectura histórica correcta. Por otro lado, una profunda reflexión sobre asuntos de identidad y género es la que nos ofrece Ricardo Villarroel (Chile, 1962) mediante Otras Identidades/otras Colecciones: diálogos desde la periferia. En él se desplazan elementos de la vida cotidiana, lugares, fragmentos de textos, objetos, imágenes así como otros referentes, y si bien el conjunto alude a una historia personal, se convierte en una paradoja de la representación humana.
  
Alfredo Márquez (Perú, 1963) retorna en Destructivismo Grabado en la mente (vale un Perú) / for export a aquella época de nuestra sociedad desgarrada por las críticas situaciones provocadas por la guerra interna peruana y reinterpreta imágenes que no solo funcionan a nivel local, si no, respecto a experiencias políticas compartidas y sistemas alterados. También dos proyectos colectivos procedentes de Estados Unidos del Taller Carrier Pigeon que nos presenta una selección de obras de aguda presencia y que son claro ejemplo de la actual producción artística del norte asumida bajo diversos procesos de experimentación.
 Y finalmente, se muestra el grabado de larga e intensa tradición como es la mexicana a través de los trabajos de Enrique Pérez Martínez (México) y de más de una decena de integrantes del Taller de Estampa Básica y Avanzada Camaxtli-TEBAC con obras que aluden a una crítica social y política y otras que reflejan una realidad que se vive en México por la violencia generada por el narcotráfico.
 CARRIER PIGEON
Carrier Pigeon es una revista estadounidense de ficción ilustrada y bellas artes con un enfoque especial en el trabajo de grabadores y otros artistas gráficos. Para otorgar completa libertad y control creativo a escritores, plásticos, ilustradores y diseñadores, la publicación deconstruye la singularidad de cada disciplina artística estableciendo una norma inédita que conduce a su resultado final. Carrier Pigeon ofrece a los creadores que participan en ella, un espacio para contar historias en un entorno tranquilo y alentador, otorgándoles la oportunidad de exhibir completas sus carpetas de trabajo, así como la libertad artística incondicional en cuanto a las piezas y las diversas interpretaciones que sobre ellas pueda haber.
 Su negativa a comprometerse con visiones muy personales o de responder a las tendencias actuales, establece una verdadera experiencia colaborativa. Para la revista, los tabúes existentes entre las bellas artes, la ilustración y el diseño pueden ser disueltos, por lo que los autores tienen la oportunidad de presentar sus relatos de forma inalterada. El núcleo estético y la fuerza motora detrás de la publicación, es la creencia de que el público es lo suficientemente inteligente como para comprender las sofisticaciones del arte contemporáneo. Para la IV Bienal de Grabado, los editores de la revista han preparado una selección con las mejores carpetas y trabajos publicados hasta la fecha. Si desea mayor información sobre el proyecto puede visitarhttp://carrierpigeonmag.com/
 ALICIA CANDIANI
ICPNA, Alicia Candiani_Argentina (2)




































La serie Un mapa para tus cenizases una reflexión sobre el mundo contemporáneo global donde las fronteras y las identidades están desdibujadas y son fluctuantes como las fotografías del texto de Borges. En principio los mapas de la instalación actúan como metáforas que plantean al espectador la búsqueda de su lugar, al mismo tiempo que la experiencia de dislocación. En un segundo nivel, utilizo las cartografías metafóricamente para subrayar el mito de los mapas como talismanes que nos conducen por un camino supuestamente seguro en un entorno inestable. Por último, la obra es un homenaje a mi padre, uno de los fundadores de la Sociedad Geológica Argentina, quien me enseñó a comprender lo diferente y despertó en mi la pasión por la cartografía y los viajes.
 Alicia Candiani
Realizó sus estudios en la Universidad Nacional de Córdoba, Argentina (M.F.A. 1976) y de Arquitectura en 1978, en la Universidad de Buenos Aires. Profundizó estudios de crítica de arte entre 1989 y 1991.
En la Universidad Estatal de Iowa, EE.UU., realizó estudios sobre técnicas de imágenes digitales de 1991 a 1992.
Ha expuesto extensamente en más de 300 muestras y en exhibiciones individuales desde 1977.
Sus obras han sido receptoras de importantes premios internacionales y han sido seleccionadas para su inclusión en muchas exposiciones de prestigio internacional.
Fue elegida por la Academia Nacional de Bellas Artes como uno de los diez mejores artistas gráficos en su país en los años 1998, 2000 y 2004. Ha dictado muchas conferencias y sus artículos han sido publicados a nivel nacional e internacional. Es fundadora y actual directora de “Proyecto A-Ce”, un centro de arte internacional centrado en la obra gráfica y los nuevos medios de comunicación.
 ALFREDO MÁRQUEZ
Destructivismo es un neologismo aquí utilizado para reunir tres nociones básicas: la vanguardia arquitectónica y artística de los constructivistas rusos a inicios del Estado soviético en la década de 1920, previa a la persecución estalinista que acabó con ellos; la referencia a la corriente filosófica del deconstructivismo francés desarrollada por los pensadores deudores de Mayo de 1968 y que marcaron lo que entiendo como el final del postmodernismo y el principio de lo que es aún “lo contemporáneo”. Y por último, la poética terrorista de la destrucción, desarrollada por los amateurs de la violencia, que son los que atacan los símbolos de poder de aquello que quieren desestabilizar así como las infraestructuras ligadas al desarrollo de las fuerzas del Capital, pero sobre todo, a elementos físicos (arquitectónicos) cargados de enorme valor simbólico. Estos tres elementos van asociados por una noción específica, llamada NEWSPEAK o NEOLENGUA que es la que creara el escritor inglés George Orwell en la distopía futurista 1984, utilizada para crear palabras y conceptos que sirven como un lenguaje de ocultamiento del verdadero poder (una palabra reciente como friendly fire, creada durante la 1ªGuerra del Golfo en 1991, es un buen ejemplo).
 Perros de oro, carteles de plata, riquezas sustentadas en la muerte y la exhibición. En los inicios de la guerra interna (década de 1980) que se desarrolló en Perú, el PCP Sendero Luminoso colgó perros muertos por las calle de Lima junto a carteles que rezaban Teng-Siao-Ping hijo de perra. Esta imagen, cruzada con la cita de la conquista de El Dorado que rezaba Vale un Perú, utilizada para connotar todo el oro del mundo, produce un cortocircuito de diversos sentidos en la actualidad, ahora que la explotación de las riquezas mineras se encuentran por encima de las necesidades de calidad de vida de las poblaciones afectadas en su agua, aire y tierra, elementos muchas veces contaminados en proporciones inaceptables para conciliarse con la vida en aquellos lugares.
 Alfredo Márquez
Nacido en Lima en 1963. Diseñador arquitectónico, comunicador visual, artista plástico y operador cultural. Estudió arquitectura y urbanismo en la universidad Ricardo Palma, Lima. Ha participado en los colectivos Bestiarios /
Los Bestias (1984-1987), Taller NN (1988-1991), Made in Perú (1992-1994), Perufábrica (1999-2003) y en la gestación y desarrollo de proyectos colectivos como Tupac*Caput (2001-2002), A imagen y semejanza (2001-2003) y Vestigio barroco (2005-2013). Su trabajo está inscrito dentro de la movida subterránea, el arte pop urbano y la contracultura limeña. Ha expuesto individual y colectivamente en el Perú y en el extranjero.
 PAULO CHEIDA
Nexos causales
La realidad no es solamente el fruto de lo bello o resultado de los buenos momentos; lo es también de la maldad y de la injusticia. En mis obras intento descubrir la realidad (mi verdad), mostrar lo que siento sobre aquel fragmento de mundo y lo hago con cierta ironía, enfocándome en escenas pobladas de personajes, pájaros animales y figuras exóticas. Así, hago una crítica a la sociedad y a los costumbres con un leve toque de humor.
 Nexos causales está compuesto por piezas bidimensionales y algunas tridimensionales, que aparentemente aluden a la alegría y al bienestar de poder imaginarse al interior de un mundo ficticio, ambientado por la atmósfera del contraste entre el blanco y el negro. Sin embargo, al observar atentamente el contenido de las obras, detrás de esa supuesta “alegría y satisfacción”, expuesta de manifiesto de modo cauto, se puede notar la fuerza de la expresividad en cada situación y escena planteada.
 Nexo significa relación. Lo causal expresa la unión entre la causa y el efecto del acto realizado, es decir, la relación entre la acción y el resultado. Asimismo, se considera causa a aquella acción u omisión sin la cual el resultado no habría ocurrido. En mis obras hay una denuncia y un repudio hacia la búsqueda incesante y la perpetuación inescrupulosa del poder al interior de nuestra sociedad, allí donde los opresores se saltan las normas y las conducen, y los oprimidos indefensos sólo pueden aceptar las “reglas” de una convivencia injusta y manipuladora.
 El contexto de Nexos Causales es una alerta, es un grito de libertad a favor de la igualdad social. Es una invitación a la reflexión a beneficio de la solidaridad entre las personas, con el objetivo de construir una sociedad más justa y humana.
ICPNA, CP_michael goro_la seine_Galería Germán Krüger 































Paulo de Tarso Cheida Sans
 
(Brasil, 1955)
Estudió Artes Plásticas en la Pontificia Universidad Católica de Campinas (1978) y obtuvo su doctorado de Artes en la Unicamp-Universidad Estadual de Campinas (2009). Ha participado en cerca de 400 exposiciones y recibido 41 premios en los salones de arte en Brasil y tres en el extranjero. Entre los premios recibidos en Brasil destacan: 1ª Bienal Nacional de Grabado – São José dos Campos, SP, en 1994 y III Muestra Anual de Grabado – Museo de Grabado -Curitiba, PR, en 1980. En el exterior, entre otras, participó en 2nd Egyptian International Print Triennale 97 – Nehal, Egipto, y XII Premio Internacional de Gravado Máximo Ramos – Ferrol, España. Ejerce la docencia en el área de grabado en el Curso de Artes Visuales de la PUC-Campinas desde 1979.
 RICARDO VILLARROEL
Entre la luz tenue de nuestras certezas y la oscuridad singular de toda vida.
Notas sobre acciones visuales que instalan una sospecha identitaria (Fragmentos)
En Otras colecciones / Otras Identidades, diálogos desde la periferia, predomina una mirada autobiográfica. De hecho, gran parte del imaginario que cruza la muestra ha sido recortado de momentos claves de la biografía del autor, no obstante, dicha referencia al sí-mismo del artista no se clausura en la mera exposición de las constelaciones conflictivas de su yo, sino que, traspasando tal barrera identitaria, aborda el conjunto de políticas afectivas que han tramado la contingencia y consistencia de su existencia social. De este modo, el retorno así practicado por Ricardo Villarroel debe ser leído como una suerte de confesión política-sensorial cuyos signos visuales constituyen fragmentos narrativos que, en su conjunto y de manera abierta, relatan los distintos episodios de un viaje por el universo de las identidades y de los fantasmas estéticos que les han dado forma y sentido.
ICPNA, CP_Ellen Peckham_Nest_Taller Carrier Pigeon_Galería Krüger (2)



































Dentro de esta perspectiva biográfica, cabe destacar dos momentos imagínales que Villarroel utiliza para construir su montaje, el primero de ellos lo constituye la pintura de Edouard Manet, El desayuno en la Hierba.
El cuadro en cuestión siempre aparece en el imaginario del artista, ya sea, como una visualidad que fricciona lo pictórico, lo gráfico y lo fotográfico o en términos políticos, como un diagrama que materializa las tensiones entre especialidad pública y vida privada.
En su actual propuesta, sin embargo, todo el peso de la referencia recae en la extraña relación que nos propone Manet entre las figuras que organizan la civilidad al interior de su composición pictórica. En efecto, para Villarroel la obra citada muestra las transformaciones que experimenta el sujeto social en su ingreso a la modernidad, y al mismo tiempo posibilita pensar el protagonismo que adquiere el espacio urbano en el cual tales interacciones deben tomar sentido y significación.
La cita, entonces, sirve al artista para mostrar al espectador esos lugares invisibles donde el cuerpo y el poder pactan sus territorios de auto-representación.
La segunda figura determinante en su exposición corresponde a las tres carpas de campamento realizadas con manteles plásticos que replican motivos florales y diseños abstractos. Estos objetos son una suerte de condensación de vivencias vinculadas directamente con los padres del artista, me refiero, a que las simbólicas de lo femenino y masculino han sido conjugadas para crear un dispositivo espacial que dé cuenta del origen pero a la vez de su constante estado de transitividad. Son por ello un signo de lo “deviniente”, de aquello que sugiriendo arraigo, pertenencia e identidad con el lugar remite también a las posibilidades de lo errante, de lo singular y a los estados ominosos del extrañamiento.
 Suerte de noche artificial emplazada en la sala de exposición, Otras colecciones / Otras Identidades, diálogos desde la periferia asume la dialéctica barroca entre luz y oscuridad para simbolizar los estadios de un peregrinaje complejo entre los diferentes predicados que fijan las fronteras sintácticas en las cuales se desenvuelve la existencia identitaria de nuestra especie.
 ICPNA,------CP_Justin Sanz_patriot chicken_Galería Germán Krüger (2)





































Ricardo Villarroel Corvalán
(Santiago, Chile, 1962)
Es licenciado en Bellas Artes por la Universidad Arcis de Santiago de Chile. Integró el Taller de Artes Visuales-TAV. En 1988 realizó una intervención urbana en el río Mapocho: El Viaje a Atenas de Bella del Río. Al año siguiente, obtuvo la beca Amigos del Arte, mención en grabado y realizó su primera exposición individual de grabados: Traspasos y transparencias.
Desde entonces, ha participado en numerosas colectivas e individuales tanto en su país como en el extranjero. Sus obras forman parte de importantes colecciones tanto privadas como públicas. Actualmente ejerce la docencia en la Universidad de Viña del Mar y en el Instituto Profesional Arcos, en el área gráfica experimental. Ha sido merecedor de diversos premios.
 PABLO URIBE
El libro de agua (Fragmento)
En su cuento El libro de arena, Jorge Luis Borges es abordado por un hombre misterioso que le vende un libro fantástico, cuyas páginas nunca son vistas de la misma manera dos veces. Cada vez que es abierto, el volumen se muestra en un punto diferente, siendo imposible saber dónde comienza y dónde termina.
 Dentro de él se esconden infinitas posibilidades; la atracción que el libro genera se relaciona directamente con el deseo de controlarlo, descifrarlo, o contenerlo.
 Carta de marear, trabajo realizado especialmente para la V edición de la Bienal Vento Sul (Curitiba, Brasil, 2009), acata la propuesta de “mapas alterados”, explorando el universo de las variaciones de un modo similar al cuento de Borges. La instalación está compuesta por nueve libros iguales abiertos en páginas diferentes, dispuestos uno al lado del otro, que exhiben en su conjunto el trazado del río Uruguay.
En la tapa de cada uno aparece estampada la Rosa de los Vientos, indicando la dirección correcta de lectura del río, una información casi inútil ya que, dependiendo de la manera en que el espectador manipule sus páginas, se irán formando otras cartografías ficticias, nuevos ríos imaginarios.
 El fetiche de controlar esos nuevos flujos de agua demanda nuestra atención y exige que se pase algún tiempo allí, disfrutando de la coautoría que el artista ofrece al visitante al permitirle crear alternativas a la exhibición original. Un aspecto adicional ofrece la impresión en rojo vivo, que trae a la mente la imagen de la corriente sanguínea. Sangre y agua son elementos vitales del cuerpo humano, así como lo es para los tres países por donde pasa el río real, que al igual que otros en el mundo se encuentra bastante maltratado en diversos trechos. (Sylvia Werneck)

Pablo Uribe
Vive en Montevideo. Ha realizado catorce exposiciones individuales y participado en más de sesenta muestras colectivas. Representó a Uruguay en varias oportunidades, entre las que destacan: 53 Bienal de Venecia, Italia (2009); II y IV Bienal del Mercosur, Porto Alegre, Brasil (1999 y 2003); VIII Bienal de La Habana, Cuba (2000); V Bienal Vento Sul, Curitiba, Brasil (2009); Primera Bienal de Montevideo (2012); y ahora en la IV Bienal de Grabado de Lima, Perú (2013). En el año 2001, el Ministerio de Educación y Cultura le otorgó el Gran Premio de Artes Visuales por el tríptico Prueba de cielo. Fue invitado al II Festival de Arte Multimedia en Belfort, Francia; al Intermodem Intermedia Festival en el Modem Art Centre, Debrecen, Hungría, y recientemente al Panorama 33 del Museo de Arte Moderno de São Paulo, Brasil (2013). En 2012, fue invitado a la residencia del Latin American Rooming Art (LARA) en Honda, Colombia y a la posterior exhibición en NC Arte, en Bogotá, ambas con curaduría de José Roca.
  ENRIQUE PÉREZ MARTÍNEZ Y EL TEBAC
El Taller de Estampa Básica y Avanzada Camaxtli-TEBAC es un proyecto que inicia sus actividades en el año 2000, bajo el auspicio del Instituto Tlaxcalteca de Cultura y la comunidad de San Bartolomé Matlalohcan del municipio de Tetla, en México. Éste es un espacio cultural en el que se ofrece de manera gratuita asesoría técnica permanente en la elaboración e impresión de grabados artísticos; asimismo, se imparten cursos y talleres formativos con reconocidos grabadores, al igual que cursos para niños y otros servicios.
 A lo largo de 13 años se ha trabajado con grandes maestros, tanto mexicanos como extranjeros y se han impartido más de sesenta talleres formativos así como organizado más de ochenta exposiciones. El TEBAC es un lugar en el que interactúan niños de la comunidad de Matlalohcan, jóvenes de la región y de otros estados con grabadores de renombre; todos con el mismo propósito: crear y darle vida a las imágenes y al grabado.
 El TEBAC presenta hoy veinte estampas, en su mayoría de reciente creación, obras que aluden a una crítica social y política y otras que reflejan una realidad que se vive en México por la violencia generada por el narcotráfico. Participan autores de reconocida trayectoria en México y creadores jóvenes, lo cual es una muestra de lo que se produce en el taller: obras realizadas con diferentes técnicas y formatos, la mayoría de miembros del taller, pero también se invitó a grabadores, directores de otros talleres del centro del país a participar, como el Taller de Grabado TIR del Distrito Federal, El Jacal de Puebla, Museo Taller Erasto Cortes de Puebla y el Taller La Maquinaria de Guanajuato. Esto con la intención de mostrar un panorama muy amplio de lo que se produce en el altiplano mexicano. (Enrique Pérez Martínez / Coordinador del TEBAC)

Fonte : 
http://www.eltrendelasnoticias.com/masallaotredadenelgrabadocontemporaneo

Mais, sobre o Artista Paulo Cheida, 1955

Brasília DF, UnB, Exposição "A Beleza da Cultura Iraniana", 03 à 10/06/13

Mariana Costa/UnB Agência

Arte Iraniana na Biblioteca Central
Exposição apresenta obras do país oriental 
Gabriela Almeida - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Peças de tapeçaria, fotos e pinturas do Irã estão à mostra na Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE). Os objetos compõe a exposição A Beleza da Cultura Iraniana, que fica aberta à visitação até 10 de junho. "Essa exposição não é comercial. A finalidade é perpetuar a riqueza da arte do país. Futuramente temos planos de fazer uma mostra de filmes", disse o conselheiro da Embaixada do Irã e organizador do evento, Mehdi Zanjani.
A Beleza da Cultura Iraniana foi aberta ao público na última segunda-feira (3), na Sala de Exposições da BCE. Além de membros da embaixada e ocupantes de cargos diplomáticos, muitos estudantes e visitantes já foram conhecer as obras. "Gostei da exposição como um todo. Senti falta apenas de datas nas pinturas e peças", disse o estudante de Geografia Fernando Ferraz. Para a aposentada Ângela Alcântara, a exposição apresenta novas perspectivas do país asiático. “É um espaço maravilhoso. Permite que a gente veja o Irã de uma forma diferente. Percebemos como o Ocidente tem uma visão deturpada daquela região”, diz.

As peças de arte parecem mesmo contribuir para mudanças aos olhares externos. Convidado para a abertura do evento, o advogado Acilino Ribeiro chamou atenção para o papel do Oriente Médio na busca pela pacificação local. “O mundo olha para o Oriente, para o Irã, como um fomentador de guerras, mas é exatamente o contrário. No tempo em que estive com eles, pude constatar que é um povo que luta pela paz, pelo meio ambiente, por causas sociais", diz.
 
A exposição foi concebida pela Embaixada do Irã em parceria com a Assessoria de Assuntos Internacionais da UnB. A entrada é gratuita e aberta à comunidade. Os horários para visitação vão das 7h às 23h45, de segunda a sexta, e das 8h às 17h45, aos sábados e domingos. 
 
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Madrid-Espanha, XVI Festival de Fotografia e Artes Visuais - PHotoEspaña, 05/06 à 28/07/133

O corpo
SÉRGIO B. GOMES (Madrid) 06/06/2013 - 01:41
Dezenas de exposições abrem festival madrileno comissariado pela última vez por Gerardo Mosquera. Brasil será um dos novos destinos das propostas do PHotoEspaña

SBIGNIEW DLUBAK/© ARCHEOLOGY OF PHOTOGRAPHY FOUNDATION/A. DLUBAK

A XVI edição do Festival de Fotografia e Artes Visuais PHotoEspaña foi oficialmente inaugurada esta quarta-feira, no Real Jardím Botánico, em Madrid. No último dos três anos de comissariado do cubano Gerardo Mosquera, o corpo ganha protagonismo enquanto representação erótica e política nas mais de 20 exposições da secção oficial.

Ao longo desta semana, repetem-se as inaugurações em dezenas de salas e galerias associadas ao festival que este ano, para além da representação habitual em Cuenca, alarga a sua presença a Salamanca e a Lanzarote. Mas não é tudo: fora das fronteiras espanholas, aquele que é um dos mais celebrados festivais de fotografia na Europa viaja agora até à República Checa, com uma exposição em Praga com dois consagrados fotógrafos espanhóis Leopoldo Pomés (Barcelona, 1931) e Carlos Saura (Huesca, 1932). Para o fim deste ano, já está prometido um PHotoEspaña em São Paulo, com algumas exposições desta edição a viajarem até à metrópole brasileira.

Com uma proposta temática que regressa a um dos temas canónicos da fotografia, o corpo humano, Mosquera propõe um leque de exposições que tenta dar conta da enorme variedade de abordagens criativas que se centram sobretudo nos campos erótico e político. O comissário-geral manteve a tónica num modelo de festival que aceita propostas curatoriais de diferentes proveniências geográficas, que este ano se centrou em países do leste europeu, como a Lituânia (Violeta Bubelyte), a República Checa (Frantisek Drtikol) ou a Polónia (Zbigniew Dlubak).

No Jardim Botânico, duas exposições colectivas celebram o eixo temático central do festival. Em Conocimiento es poder (até 28 de Julho), as obras de 14 artistas de oito países, entre os quais a portuguesa radicada em França Manuela Marques (prémio BESPhoto 2011), propõe reflexões sobre temas como a idade, o género ou a condição social para lembrar que o corpo também é um objecto ideológico. A mostra, organizada a partir da colecção do Centre National des Arts Plastiques, França, dá a ver nomes como Robert Doisneau, Jim Goldberg, Barbara Kruger e Boris Mikhailov.

A partir da ideia de que “o corpo não pode considerar-se apenas um espaço físico” e que a noção que temos dele “é resultado da nossa história pessoal e cultural”, a exposição El cuerpo revelado en los fondos de la Colección Alcobendas (até 28 de Julho), engloba 20 trabalhos daquela que é uma das mais importantes colecções de fotografia espanhola que começou a construir-se há mais de 20 anos. Estão incluídas imagens de Baylón, Castro Prieto, Toni Catany, Cristina García Rodero, Alberto García-Alix e Isabel Muñoz.

A data de encerramento do festival é 28 de Julho, mas muitas exposições permanecerão abertas até Setembro.

Fonte :
http://www.publico.pt/cultura/noticia/photoespana-2013-abre-portas-para-vermos-o-corpo-1596573#/0