terça-feira, 29 de maio de 2012

Exposição Índia - CCBB DF



Índia - 22 Mai a 29 Jul
Local: CCBB DF
Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h

A exposição ÍNDIA!, com curadoria de Pieter Tjabbes, reúne arte antiga, popular e contemporânea, em diversos suportes, constituindo a maior exposição de cultura indiana já realizada em nosso país. Na mostra estão presentes peças com mais de dois mil anos e outras produzidas especialmente para a exposição. Na sessão dedicada à arte contemporânea, com curadoria de Tereza de Arruda, estão expostas obras de artistas indianos que vem se destacando no cenário internacional.

Informações
Data: de 22 de maio a 29 de julho de 2012
Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h
Local: SCES, Trecho 2, lote 22
Bilheteria: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefones: (61) 3108-7600
Ingressos: Entrada Franca

Inscrições abertas para a 45º edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro



Estão abertas até o dia 30 de junho as inscrições para o 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro que ocorre dos dias 17 a 24 de setembro. Com premiação no valor de R$ 635 mil, o Festival trás novidades como a criação de uma mostra competitiva para documentários, ficção e animações em curta e longa-metragem e a realização de mostras paralelas, entre elas a Mostra Brasília, Mostra Panorama Brasil e o Festivalzinho. A programação do Festival conta também com a realização de debates, seminários e oficinas. Para participar, os interessados devem acessar o portal do Festival, ler o regulamento, preencher aficha de inscrição, anexar documentação necessária e enviar para a Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal (SeCult DF).
Neste ano, as atividades do 45ª edição do Festival ocorrem nas salas Villa-Lobos e Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e, além de Brasília, o Festival acontece também nas cidades de Taguatinga, Gama, Ceilândia e Sobradinho.
Os filmes apresentados nas mostras competitivas serão submetidos a votação por júri oficial, composto por cineastas, críticos, pesquisadores e artistas, convidados pela SeCult DF e pelo júri popular, formado pelo público, que receberá cédulas de votação junto com o ingresso na entrada de cada sessão.
Uma comissão nomeada pela SeCult DF será responsável pela seleção dos filmes. O resultado das obras classificadas para cada mostra competitiva será divulgado até o dia 18 de julho. Os selecionados devem enviar a lista de diálogos e material promocional para divulgação do filme à Coordenação do Festival. A solenidade de premiação com a entrega dos troféus Candango está prevista para o dia 24 de setembro.
45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Inscrições até 30 de junho
Realização: 17 a 24 de setembro
Mais informações pelo telefone (61) 3325 – 7777, pelo portal FestBrasília ou pelo email festivaldebrasilia@gmail.com

Procultura para o público


No último sábado (19/5), Cemec e Cultura e Mercado promoveram, em São Paulo, o Seminário #Procultura, que reuniu no auditório da Associação dos Advogados de São Paulo representantes do Ministério da Cultura, empresas e produtores culturais, para discutir o texto que altera a Lei Rouanet (clique aqui para saber mais).
Alguns dos participantes da plateia falaram sobre suas impressões para uma série de vídeos que disponibilizamos em nosso canal no YouTube e abaixo. Confira:
Marcos Librantz, da Fundação OSESP, fala sobre o seminário #Procultura e sua importância para o esclarecimento de diretrizes do financiamento à cultura no Brasil.

Luiz Alfaya, superintendente do Instituto Criar, fala sobre a importância do debate lançado no seminário #Procultura para a discussão de um projeto de cultura para o país.
Ele espera que esse debate se espalhe pelas redes e possa ajudar o Congresso a construir uma lei que permita “que a cultura tenha o espaço que merece num país que se pretende líder global”.

A produtora cultural Milena Marques diz que a lei de incentivo à cultura tem seus prós e contras, por isso a importância do debate sobre ela e a abertura do espaço para diálogo.
Segundo ela, espaços como o que o Seminário #procultura abriu são fundamentais para a profissionalização da área.

Daniela Pfeiffer, da ABPI-TV, fala sobre suas expectativas sobre o projeto de lei que altera o Procultura. Ela acredita que ele será revolucionário para a cultura no Brasil e que o momento é favorável para as mudanças propostas.
Ela também comenta sobre a nova lei do setor audiovisual (12.485) e as novas oportunidades para o produtor independente.

A gestora cultural Fernanda Martins comenta sobre a importância da Lei Rouanet e do debate sobre sua atualização.
Para ela, o Procultura é o início de um processo de revisão constante do mecanismo, que será avaliado a partir do momento em que começar a ser aplicado.

Wolf Kos, presidente do Instituto Olga Kos, diz que o debate promovido pelo Seminário #procultura esclarece muitas dúvidas, a partir de diversas opiniões que podem fazer com que se chegue a um consenso e uma lei mais justa no setor cultural.

A produtora Daniele Torres fala sobre a empolgação do público no Seminário #procultura, que traz reflexões sobre o incentivo à cultura e o papel de seus atores.

Tatiana Richard, superintendente da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro, afirma que o debate promovido pelo Seminário #procultura é positivo porque não gira só em torno dos procedimentos, o que é um grande avanço no desenvolvimento do setor.

Os desafios do financiamento à cultura no Brasil


Um novo mecenato vem ganhando força no Brasil, por meio de sistemas de financiamento e construção de conhecimentos coletivos, que permitem o fortalecimento e a ascensão da classe criativa. No lado da indústria, o entretenimento no Brasil é o que mais cresce no mundo, mas ainda canaliza a maior parte dos ganhos para as franquias e conglomerados internacionais.
O Projeto de Lei que substitui a Lei Rouanet pelo Procultura tem um novo texto, desenvolvido pelo deputado Pedro Eugênio (PT/PE), relator da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, onde o PL tramita, antes de chegar ao Senado e à sanção presidencial.
O novo projeto aposta no modelo consagrado pela Lei Rouanet. O proponente inscreve seu projeto, o Ministério da Cultura aprova e uma empresa patrocinadora destina a ele parte do seu Imposto de Renda, em busca de retorno de imagem. Com as novas regras pretende-se destinar a renúncia para aquilo que é mais estratégico em termos de estruturação do mercado cultural brasileiro, além da manutenção do patrimônio e de equipamentos e organizações culturais que cuidam estruturalmente da política cultural brasileira.
Venho há algum tempo defendendo a substituição do modelo de gestão por projetos para a gestão por negócios. Em vez de inscrever uma peça de teatro, uma companhia precisaria apresentar seu plano de negócios e o custeio para a execução de um ano de trabalho. Em vez de fazer um projeto de CD, o músico faria um plano de carreira, apresentando tudo o que ele precisaria para desenvolver o seu trabalho durante 12 meses. Essa modalidade já existe hoje para centros culturais e organizações sem fins lucrativos. E funciona!
Além do aspecto “educativo”, que induz o artista a pensar a longo prazo, reduziríamos a burocracia (um plano no lugar de vários projetos) e aumentaria a capacidade de negociação do artista com o investidor, que pode oferecer entregas de acordo com interesses comuns entre proponente e empresa, saindo do lugar comum da visibilidade de marca, dada apenas aos grandes espetáculos.
Com estímulo ao empreendedorismo criativo, o Procultura busca dar mais acesso e gerar condições de sustentabilidade para toda uma gama de novos agentes provenientes da nova classe média, adequando-se às demandas e necessidades culturais da sociedade contemporânea, em pleno processo de transformação, sobretudo pela convergência digital e as mudanças de comportamento em relação aos usos e consumos de cultura.
O que se observou no PL do deputado Pedro Eugênio foi uma busca por maior equilíbrio entre o “mecenato”, mecanismo de renúncia fiscal concedida pela Lei Rouanet, responsável por selar a parceria da indústria cultural com as empresas patrocinadoras, e o investimento estatal direto, capaz de dar volume e substância à formação do cidadão brasileiro, em sua maioria alijado do processo cultural formal, aquele adquirido por meio de visita frequente a livros, discos, cinema, teatro, biblioteca, exposição ou centro cultural.
O papel que o Estado desempanha em relação à cultura diz muito sobre o projeto de desenvolvimento do país. Largar a produção simbólica, a construção de significados e meios de difusão cultural de uma sociedade nas mãos do mercado é dar ao poder econômico o giz que contorna a ética, a moral e os modos de vida do cidadão e de toda a sociedade. Por outro lado, controlar a produção cultural, escolhendo o que deve e o que não deve ser produzido, significa deixar a produção cultural mais suscetível aos contornos ideológicos dos governantes de plantão.
Para que isso não ocorra é preciso investir numa política de Estado, à luz do que determina a Constituição Federal. O Estado forte tem mais poder de regular o mercado, tem investimentos disponíveis para a infraestrutura, entrega serviços culturais de qualidade, desenvolve pesquisa e inovação, consegue desatar os nós da distribuição e circulação de conteúdos, além de dedicar tempo e recursos à sua herança cultural, tangível e intangível.
Não acredito que o Procultura vá resolver um dilema tão profundo, tampouco solucionar os grandes problemas crônicos da política cultural brasileira. Mas pode atualizar a legislação, minimizar os efeitos concentradores do financiamento à cultura no Brasil, que transfere dinheiro de todos nas mãos de poucos, e potencializar a classe criativa, sobretudo em sua relação simbiótica com a nova Classe C, ávida por conhecimento.
Trata-se de um caminho intermediário, enquanto o Estado não acorda de vez para a relevância estratégica da cultura para a formação do cidadão brasileiro do futuro. E a política cultural não é reconhecida como um caminho para construir uma sociedade mais justa, crítica, inteligente, livre, democrática, participativa. Para um Brasil contemporâneo, preparado para os desafios da globalização.
O Procultura pode ser a ponte possível entre o desmanche neoliberal provocado por Collor e o compromisso assumido pela esquerda, de preservar e promover a nossa rica diversidade criativa.


Leonardo Brant http://www.brant.com.br
Consultor e pesquisador cultural. Autor do livro "O Poder da Cultura". Diretor do documentário Ctrl-V. Editor deste Cultura e Mercado. Presidente da Brant Associados e fundador do Cemec. Idealizou e coordena a plataforma Empreendedores Criativos. Para mais artigos deste autor clique aqui


Fonte: http://www.culturaemercado.com.br

Ministério da Cultura vai criar selo para Cidades Criativas Redação

O Ministério da Cultura vai conceder um selo para as cidades que instituírem políticas públicas de desenvolvimento a partir de soluções baseadas na criatividade e na cultura local. O reconhecimento será lançado no segundo semestre deste ano e, durante sua implantação, a secretária da Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, participará de uma série de encontros pelo país sobre cidades criativas.
A proposta do MinC é conceder a chancela às cidades criativas em novembro – quando se comemora, no dia 17, o Dia da Criatividade. A secretária explica que cidades criativas são aquelas que potencializam políticas públicas, tendo a cultura como eixo de desenvolvimento e buscando soluções compartilhadas com a sociedade.
O MinC está construindo a metodologia do reconhecimento das cidades e de um prêmio a organizações não-governamentais (ONGs) e empreendedores criativos. De acordo com Claudia Leitão, não adianta apenas a cidade ter, por exemplo, um calendário de eventos culturais, se não há qualidade de vida para a sua população. Por isso, uma das premissas da cidade criativa é a sustentabilidade.
A secretária explica que as cidades premiadas com o selo receberão apoio do governo federal para que fixem naquele território empreendimentos criativos. Uma das propostas do ministério é a criação dos Agentes de Desenvolvimento, que darão assessoria às cidades criativas.
Eles serão os responsáveis por levar o trabalho já desenvolvido nos Criativas Birôs – escritórios de apoio a empreendedores, criados a partir de parceria com os governos estaduais e instalados nas capitais – aos profissionais e empreendedores criativos.
*Com informações do site do MinC

Anuário 2012 - inscrições até 31 de julho - Participem...(Novos Valores...)

Veja edital no link:
https://groups.google.com/d/topic/acavart/sZ1riZvkhTQ/discussion

A biblioteca de caminhadas na Galeria Aberta - I Festival de Land Art Brasilia

O projeto Galeria Aberta – I Festival de Land Art de Brasília reunirá doze artistas no Jardim Botânico de Brasília (JBB) com obras de Land Art pelo período de quatro meses, de 4 de junho a 30 de setembro de 2012.

A Land Art, também conhecida como Arte Ambiental é o tipo de arte em que o terreno natural e a obra se fundem em um só. O projeto Galeria Aberta se propõe a transformar o Jardim Botânico de Brasília em um museu céu aberto, um acontecimento inédito em Brasília e na América do Sul.

Os artistas que integram o Galeria Aberta – I Festival de Land Art de Brasília são:

André Ventorim (DF), Elyeser Szturm (GO), Geert Vermeire (Bélgica), Jimmy Christian (AM), João Queirolo (DF),
Karina Dias (DF), Nuara Vicentini (RS), Rodrigo Paglieri (DF), Samuel Guimarães (RJ), Thomas Neumaier (Alemanha), Túlio Pinto (RS) e Coletivo Tuttaméia (DF).

O artista belga Geert Vermeire apresenta a “a biblioteca de caminhadas” ao lado de uma árvore anciã localizada na entrada da Casa de Chás. Nas prateleiras há recipientes de vidro, onde o público vai poder compartilhar experiências, objetos e desejos da memória coletiva.


http://www.1galeriaaberta.com.br/geertvermeire/ 



Galeria Aberta – I Festival de Land Art de Brasília
Data: De 4 de junho a 30 de setembro de 2012
Local: Jardim Botânico de Brasília (SMDB Conjunto 12 – Lago Sul)
Horário de funcionamento: De terça à domingo das 9 às 17 horas
Ingresso: R$ 2,00


Geert Vermeire / the Milena principle (Bélgica - Brasil) é um artista interdisciplinar, performer, curador e poeta, de nacionalidade belga, residente em Brasilia. Criando instalações em site específico, paisagens sonoras, performances e (inter) ações artísticas no espaço público. Sua obra artística está situada nos domínios da arte digital, site specific e locative art, sempre em diálogo entre o espaço / local (virtual, híbrido, compartilhado ou físico) e a palavra, a imagem e o som. Em sua obra, a participação do público e a colaboração com outros artistas ou especialistas de outras disciplinas é essencial, especialmente dentro do the Milena principle, uma rede artística que ele criou no Brasil e na Europa. Foi um artista ativo na Bélgica, França, Holanda, Alemanha, Itália, Portugal, Grécia, Polónia e no Brasil. Geert Vermeire mora e trabalha em Brasília. Expôs em ECCO (Espaço Cultural Contemporânea de Brasília), o Centro Cultural de Banco do Brasil - Aberto Brasília, a Biblioteca Nacional de Brasília (instalação site especifico), o Museu Nacional de Brasília, e na Bienal de Livro e da Leitura de Brasilia (instalação site especifico).



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Geert Vermeire
the Milena principle
www.themilena.com

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Festival de Teatro Brasileiro - Cena Gaúcha - Programação Infantil



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Informe SINAP-ESP/AIAP: 28/05/2012

Informe SINAP-ESP/AIAP:

Veja no link:
https://groups.google.com/d/msg/acavart/Mj_WneTLHz4/SmTqy26An60J


SINDICATO NACIONAL DOS ARTISTAS PLÁSTICOS - SINAP-ESP
COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE ARTES PLÁSTICAS- AIAP/UNESCO

Informe semanal 28 de maio de 2012
Informações e oportunidades para o artista www.sinapespaiap.com.br
sinapesp.aiap@uol.com.br
rua pamplona 1244 são paulo sp 01405-001 - tel/fax (11) 3884 1727

“Arapucas Semânticas”, de Wagner Barja



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Experimento com registros em vídeo de intervenções, premiado no Rede Nacional de Artes Visuais da Funarte, chega ao Parque Lage (RJ)


Arapucas Semanticas AKD Foto Glenio Lima
Arapucas Semanticas AKD Foto Glenio Lima
O artista plástico Wagner Barja apresenta no dia 4 de junho, às 19h, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, o experimento Arapaucas Semânticas, selecionado pela 8ª Edição do Programa Rede Nacional de Artes Visuais da Fundação Nacional de Artes/MinC.
O trabalho, proposto especificamente para a EAV, integra o Programa de Aprofundamento da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, coordenado por Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale. Paralelamente, será apresentada uma mostra de registros em vídeos das intervenções, que Wagner Barja realizou ao longo de oito anos.
Em Arapaucas Semânticas, o artista trabalha com imagens do que chama de bio/intervenções, nas quais se utiliza de animais e frutos para transmitir com palavras chave, numa linguagem visual, as ideias e os conceitos, que têm como objeto demonstrar possíveis relações semânticas, entre os animais e os homens, entre cultura e natureza.
No experimento, Barja recorreu a uma das suas obras produzidas nos anos 1980, quando vivia e trabalhava no Rio de Janeiro. As instalações Do AKD mico ao POLE mico fizeram parte da exposição homônima, realizada pelo artista na Universidade Cândido Mendes, em 1986, onde um mico permanecia na galeria e comia as bananas, que formavam as letras dos prefixos AKD e POLE.
Agora com Arapaucas Semânticas, o artista utiliza o método na palavra “endemia”, que segundo Barja ataca os símios nas imediações das matas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.  Ele introduz a palavra/imagem “ENDE mico” ao seu repertório e alerta que isso pode virar também ”EPIDÊ mico”, ou até “PANDE mico”, caso as questões ambientais não se resolvam com mais urgência, no Brasil. A metáfora do poeta visual busca traduzir a preocupação contemporânea com o meio ambiente, demonstrando que Wagner Barja é um artista sintonizado com o seu tempo.
Serviço:
Armadilhas Semânticas
Os AKD micos, os POLE micos e os ENDE micos
Por Wagner Barja
Dia 4 de junho, às 19h
Local: EAV – Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Rua Jardim Botânico , 414 – Jardim Botânico – Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3257-1800
Projeto selecionado no Programa Rede Nacional de Artes Visuais /Funarte/MinC

Sarau Ambiental 04/06 18:30hs na CLDF




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Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a Câmara Legislativa do DF apresenta o Sarau Ambiental e recebe o Sarau Siga, para discutirem, juntos, novas políticas e propostas ambientais. Com o intuito de fortalecer o diálogo a respeito da sustentabilidade, convidamos o deputado distrital e engenheiro florestal Joe Valle, cujo mandato visa à sustentabilidade de Brasília e a pesquisadora Larissa Malty, que através do livro “Alumeia – O Cerrado que a Velha Conta” apresenta o saber popular como fonte de pesquisa para se pensar a Gestão Ambiental. Contamos ainda com representantes de movimentos civis que trabalham para fortalecer a democracia participativa, visando o estabelecimento de uma cidade melhor para se viver. São eles: Wagner Soares, do Movimento Nossa Brasília e Felipe Caltabiano, do Sarau da Passagem. O primeiro estimula a integração entre pessoas, organizações e redes do Distrito Federal, e o segundo é uma iniciativa que convida os moradores do DF a participarem da revitalização de nossas áreas públicas.

Antes e depois das apresentações, teremos DJ Pezão, do Sistema Criolina.


É claro que no comando desta grande ação social estarão os nossos queridíssimos Vavá Afiouni, Cirilo Quartin e Ricardo Guti!


Dia: 04/06 – segunda-feira, às 18h30
Local: Câmara Legislativa do DF – Foyer do Plenário – Térreo inferior
Entrada Franca!
Informações: (61)30321330

App da ACAV - Baixe pelo celular/tablet.

Manter-se sempre bem informado ficou mais fácil. Não só leia as notícias. Faça parte delas. Com o (app de notícias da ACAV)*, você fica sempre informado de uma forma totalmente nova.

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Funciona em celulares e tablets com Android, Java, no iPhone e iPad.

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App: São softwares utilizados para funções específicas em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

O App da ACAV é gratuito. É fácil baixar. **

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Tanto o celular quanto o tablet podem acessar a Internet através de redes Wi-Fi ou 3g. Serviço sujeito a TARIFAÇÃO. Caso não tenha um pacote de internet, verifique os valores de sua operadora antes de conectar a internet pelo seu celular.


*Criação e design: Rafael Quaglio
**O Vivo Meu App é uma plataforma online, criada e mantida pela parceria entre a Vivo e a Mowa.

CineCAL no Museu debate violência urbana


Os quatro filmes que serão exibidos na mostra  CineCAL no Museu, que será realizada na  última semana de maio, no Auditório 2, do Museu Nacional da República, são analisados e discutidos profundamente no e-book Criminologia & Cinema: Perspectivas sobre o Controle Social, organizado pelos  professores Cristina Maria Zackseski  e Evandro Piza Duarte.
 No livro digital  lançado, recentemente, especialistas da área do Direito como Roberto Aguiar, Menelick de Carvalho Netto, Adriane Reis de Araújo e Virgílio de Mattos, entre outros, comentam vários filmes sob a perspectiva crítica abordando temas atuais como o uso da tecnologia para a prevenção da criminalidade; a presença de milícias urbanas; o racismo; a prática de aborto e a violência policial.
A mostra, que tem como tema Repressão, prisão e violência urbana,  vai promover, após cada sessão, um debate que será coordenado pelo professor da Faculdade de Direito da UnB (FD), Alexandre Bernardino Costa. Para aprofundar a discussão, o professor convidou, ainda, alguns profissionais ligados às questões tratadas nos filmes.
Além do professor Bernardino Costa, farão parte do debate o diretor da Casa da Cultura da América Latina  da UnB e ativista do movimento negro latino-americano, Zulu Araújo; a professora do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e membro do Conselho Nacional de Justiça, Cristina Zackseski; a professora de Direito Penal e procuradora federal da Fundação Cultural Palmares, Dora Lúcia de Lima Bertúlio;  a advogada feminista e professora, Carmen Hein de Campos e o professor de Criminologia, Direito Penal e Processo Penal da UnB, Evandro Piza Duarte.
Alexandre Bernardino, tutor do Programa de Educação Tutorial  (PET) na FD/UnB, informa que os alunos dos cursos de graduação que comparecerem a três sessões da mostra receberão certificado de dezesseis horas complementares, fornecidos pelo PET.
Coordenado por Antonio Carlos Maranhão, o projeto CineCAL no Museu, realizado pela Casa da Cultura da América Latina da UnB (CAL), tem o objetivo de fazer a releitura de filmes clássicos, modernos e contemporâneos, abrindo espaço para a análise e discussão sobre os mesmos.
Além do PET, programa criado pelo Ministério da Educação para apoiar as atividades acadêmicas que integram ensino, pesquisa e extensão   o evento conta, este ano,  com o apoio da Embaixada da Venezuela.
Programação  
Dia  28 de maio (segunda-feira)
Mississipi em chamas (Estados Unidos). Direção de Alan Parker, drama, 128 minutos, 1988. Em 1964, Rupert Anderson (Gene Hackman) e Alan Ward (Willem Dafoe), dois agentes do FBI, investigam a morte de três militantes dos direitos civis em uma pequena cidade do Mississipi, onde a segregação divide a população em brancos e pretos e a violência contra os negros é uma tônica constante. Censura 16 anos
Debate com Alexandre Bernardino, Zulu Araújo e Dora Lúcia Bertúlio
 Dia 29 de maio (terça-feira)
 Notícias de uma guerra particular (Brasil). Direção de João Moreira Salles e Kátia Lund, 1999, 57 minutos. O documentário retrata o cotidiano dos traficantes e moradores da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro. Resultado de dois anos (1997 - 1998) de entrevistas com pessoas ligadas diretamente ao tráfico de entorpecentes, o filme traça um paralelo entre as falas de moradores, traficantes e da polícia, colocando todos no mesmo patamar de envolvimento em um conflito que não é uma "guerra civil", mas uma "guerra particular".Censura 16 anos  Debate com  Alexandre Bernardino Costa, Zulu Araújo e Cristina Maria Zackseski
  Dia 30 de maio (quarta-feira)
 O segredo de Vera Drake (Inglaterra). Direção de Mike Leigh, 2004,  125 minutos. Em 1950, Vera Drake (Imelda Staunton) mora com seu marido Stan (Philip Davis) e seus filhos já crescidos, Sid (Daniel Mays) e Ethel (Alex Kelly), em Londres. Eles não são ricos, mas formam uma família feliz e unida. Vera trabalha como faxineira e Stan é mecânico na oficina de seu irmão. Porém, ela mantém uma atividade paralela que esconde do resto da família: sem aceitar pagamento, ajuda jovens mulheres a abortarem. Quando uma dessas garotas precisa seguir para o hospital, a polícia começa uma investigação que faz o mundo de Vera desabar. Censura 16 anos
Debate   com  Alexandre Bernardino Costa e  Carmen Hein de Campos
Dia 31 de maio (quinta-feira)
 Memories (Japão). Direção de Katsuhiro Otomo, Koji Morimoto e Tensai Okamura, 1995, 113 minutos. Dividido em três histórias, Magnetic Rose, dirigida por Morimoto, fala sobre dois viajantes espaciais  que, seguindo um sinal, acabam sendo levados para um mundo magnífico criado pelas memórias de uma mulher. Okamura dirigeStink Bomb, onde um jovem químico acidentalmente se transforma em uma arma biológica implacável pronta para atingir Tóquio. Cannon Fodder, de Otomo, mostra um dia da vida de uma cidade que tem como único propósito disparar canhões em inimigos desconhecidos. Censura 16 anos
Debate com Evandro Piza Duarte
 Serviço:
Evento CineCAL no Museu Repressão, prisão e violência urbana
Entrada franca  
Endereço do Museu do Complexo Nacional da RepúblicaEsplanada dos Ministérios ( ao lado da Biblioteca Nacional)
Hora19h30
Telefones para contato: 3321.5811, 3245.5057 (Antonio Carlos Maranhão); 3321.5811, 8623.1391 (Rômulo Juracy)
 RealizaçãoCAL/DEX/UnB

Festas Juninas em Brasília 2012

ENTREQUADRAS Edu Bsb


Os meses de maio, junho e julho estão lotados de opções para quem quiser curtir uma boa festa junina! Veja ai os locais dos festejos já confirmados... Envio outros oportunamente! Edu


FESTA JUNINA DO COUNTRY CLUB 2012
# 25 e 26 de maio (próximo fim de semana)
Às 19h, no Brasília Country Club com grandes atrações da música sertaneja, comidas típicas, diversão e muito mais!

FESTA JUNINA DA IGREJA SANTA EDWIGES (905 Sul)
# de 23 a 26 de maio (de hoje a sábado)
Sempre das 20h às 01h, com muita diversão para toda a família e na programação brincadeiras, bebidas e comidas típicas!

A tradicional FESTA JUNINA DO IATE CLUBE
# de 31 de maio a 2 de junho
Muitas atrações durante três dias, sempre a partir das 19h! Shows com Rick & Rangel, Roni & Ricardo, Bicho de Pé e Rick Monteiro. Imperdível!!!

FESTA DE SÃO JOÃO DA ASBAC
# no dia 2 de junho
Uma das mais tradicionais de Bsb, chega esse ano com muitas atrações como Rastapé, Cleber & Cauan, Flávio Brasil, DJ Joãozinho Chapéu de Couro! A partir das 19h, com brincadeiras, comidas típicas, show pirotécnico e tenda eletrônica!

FESTA JUNINA PARÓQUIA SÃO JUDAS TADEU (908 Sul),
# de 31 de maio a 3 de junho
Sempre a partir das 19h, comemorando o 49º aniversário da Paróquia São Judas Tadeu. com músicas, danças regionais, comidas típicas e muito mais!

FESTA DO “SEU” JOÃO 2012
# no dia 6 de junho, Véspera de Feriado!!!
Uma festa junina “muderrrrrrna”! na área externa do Ginásio Nilson Nelson! Shows com Lulu Santos, Monobloco e banda Balalaica e mais atrações a confirmar! Show de bola!!!

ARRAIÁ DO ALCEU
# no dia 30 de Junho
O Arraiá do Alceu entra no clima do nordeste e promete ser um evento com ambiente agradável, superestrutura de som, luz, bares e decoração temática especialmente projetada para receber o público brasiliense num local amplo!
Comidas e bebidas típicas, aliadas à apresentação do maior ícone das festas de são João do Brasil, formarão o maior Arraiá já visto na Capital Federal!
A partir das 21h, na AABB!

1º ARRAIÁ DA FEIRA DA TORRE DE TV
# nos dias 14 e 15 de julho
Acontecerá pela primeira vez em nossa cidade! Na Feira da Torre de TV (Eixo Monumental), em comemoração ao Centenário de Luiz Gonzaga, com shows de grupos regionais e muita animação! Durante todo o dia e noite, das 9h até as 0h, na Praça de Alimentação da Feira!



Expo Chatô - Exposição Sérgio Lopes



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