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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Quarta, tem JOGO DE CENA! - 25.04.2012 - 20h





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JOGO DE CENA! - 25.04.2012 - 20h - Sala Martins Pena

Veja mais no:
www.facebook.com/pages/Jogo-de-Cena/337556476274098

Artista participante do Jogo de Cena: Marcelino Cruz
(associado da ACAV)

Sobre

Tradicional programa de auditório que divulga as artes feitas em Brasília.

Biografia

Em 1985, um grupo de atores, produtores e pensadores culturais de Brasília, preocupados com a falta de espaço para a apresentação de produções e com a ausência de incentivos para a área, decidiu criar um evento que permitisse uma participação democrática de toda a classe artística brasiliense. Foi assim que, na primeira semana de agosto daquele ano, aconteceu, no palco do Teatro Galpãozinho (hoje Espaço Cultural Renato Russo), a primeira apresentação do Jogo de Cena.

A idéia era simples, mas tinha todos os elementos necessários para funcionar. Durante cerca de duas horas, subiam ao palco os atores, dançarinos, músicos e artistas plásticos que, em pouco mais de 10 minutos, pudessem mostrar um trecho da obra na qual estivessem trabalhando no momento. Desta forma, um diretor de teatro em período de ensaio, com estréia marcada, sabia que tinha um local certo onde anunciar o seu produto e testar a reação do público, já que um trecho da peça seria atuada no palco do Galpãozinho.

Desta forma, os artistas podiam se exercitar diante da platéia e os produtores podiam vender o resultado dos seus trabalhos, escapando da miséria dos meios de comunicação da cidade que, em geral, torcem o nariz para as produções locais, privilegiando as montagens e espetáculos vindos de fora da capital. Além disto, o público brasiliense, que se sentia abandonado numa cidade onde havia pouco para se fazer, passou a ter um endereço certo e periódico de diversão: o Jogo de Cena.

Passadas mais de duas décadas, o Jogo de Cena que já ocupou os teatros mais importantes da capital, continua sendo um espaço de sucesso tanto para a classe artística quanto para o público.

Participações importantes

Desde sua criação passaram pelos palcos do Jogo de Cena diversos artistas e celebridades de Brasília e do Brasil. Nomes como Cássia Eller, Marcelo Saback, Os Raimundos, Cida Mendes participaram da programação do Jogo de Cena no início de suas carreiras.


Descrição
Criado em 1985, o Jogo de Cena é um evento mensal genuinamente brasiliense, que segue o modelo de um programa de auditório e tem como principal objetivo divulgar a arte produzida em Brasília, Distrito Federal.

Dividido em quadros, o evento é aberto à apresentação das mais diversas manifestações e estilos artísticos, fazendo com que cada uma de suas edições seja única. O roteiro de cada programa é formado a partir das inscrições colhidas para os diversos quadros e também, pelo intermédio de convite a artistas já consagrados.

Os quadros são: Cometas Cenas (apresentação de teatro), Sua Pessoa Dança (apresentação de dança), TV Fora do Ar (cinema, TV e vídeo), Pintor da Noite (artistes plásticas), Se Toque (apresentação musical), Fale Pessoa (entrevistas), Cometa Bala (esquetes rápidos) e Forma e Ato (performances artísticas e esportivas).

Os quadros são entremeados pela participação do público, que tem a oportunidade de experimentar ser artista por uma noite ou simplesmente de participar das brincadeiras para receber prêmios. A condução do evento, bem como a animação da platéia, fica por conta dos apresentadores e comediantes Welder Rodrigues e Ricardo Pipo integrantes da Cia. De Comédia Os Melhores do Mundo.

Cada edição do programa, que dura cerca de duas horas, é formada por aproximadamente sete quadros, observando-se a diversidade e a perpendicularidade de estilos e gêneros.

domingo, 22 de abril de 2012

Brasilia Noite e Dia III “VIVA BRASÍLIA AOS 52 ANOS”




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Brasilia Noite e Dia III

Abertura: 
25 de abril 2012 - às 19hs 


Visitação: 
26 de abril à 11 de maio 2012
( Segunda a sexta das 9hs às 19hs )


Fundação Universa - Espaço Cultural Banco BVA
SGAN 609 Módulo A - L2 Norte - Asa Norte - Brasília - DF
MAPA: http://g.co/maps/zby28


Brasilia Noite e Dia III  “VIVA BRASÍLIA AOS 52 ANOS”

Uma das missões da Associação Candanga de Artistas Visuais – ACAV é difundir o trabalho dos artistas da Capital Federal. Para tanto temos organizado e coordenado eventos, cursos, oficinas e exposições que representam verdadeiros marcos para a divulgação e reconhecimento dos muitos talentos da Capital Federal, a maioria dos quais com premiações nacionais e internacionais.

Embora os estilos sejam os mais diversificados: do figurativo ao abstrato; do realismo ao surrealismo; do impressionismo ao mais colorido expressionismo, numa verdadeira revolução de cores e formas; tenho certeza que hão de encontrar no olhar do público visitante a merecida apreciação das obras expostas.

As técnicas, igualmente, modificam-se conforme a criatividade de cada um, no esmero com que trabalham suas resinas, telas, madeiras ou metais. Todos, enfim, vem mostrar ao povo brasiliense suas obras com a humildade e sensibilidade típicas dos artistas.

Flavita Obino Boeckel




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ARTISTAS PARTICIPANTES:

A. Saabor
Antonio Carlos de Souza
Adriana Marques 
Aldmeriza Riker 
Ambrosina Coradi 
Ana Guimarães
Ana Monteiro 
Ana Pimentel 
Angélica Bittencourt 
Antônia Célia 
Bete Ferrarezi
Betty Bettiol
Cassia Arcoverde 
Célia Maldonado 
Celza Chaves
Chico Metamorfose 
Cinara Kichel
Claudia Veronica 
Cleo Malta
Cristina Portela
Dalmácio Longuinho 
Denize Alcantara 
Deuseni Martins 
Diniz Félix 
Donatto 
Donizetti Garcia 
Dulce Schunck 
Eduardo Roxo 
Elca Cascão 
Elda Evelina 
Ennio Bernardo
Eri Marhia 
Estevam Strauss
Eunice Moreira 
Eusanete Sant’Anna 
Fernanda Curado
Flávia Cortopassi 
Flávia Duarte 
Flavita O’Boeckel 
Floriano Sampaio
Franzé 
G.Sardin 
Gildred Nascimento 
Gloria Navajas 
Gloria Romero
Gougon
Helvécia Moura 
Herminia Metzler 
Hosana Bezerra 
Ildeu Borges 
Irany Poubel 
Italva Wyatt 
Iza Kuiaski
Izabel Persijn 
Jeanne Maz 
Jeffe Braga
Juarez Leite 
Junira Klein 
Lalá Schievelbein 
Leonardo Bianchetti 
Lia Zveiter 
Lilopes 
Lourenço de Bem 
Luiz Costa 
Luiz Dania 
Luiz Ribeiro
Mamfil - Manuel Andrade
M. Lygia 
Malu Perlingeiro 
Marcelino Cruz
Marcia Mazzoni 
Márcia Rosa
Maria Eugênia Alencar
Maria Alice Prata
Marcos França
Mari Lasta 
Marinez Coral 
Marlene Godoy 
Massimo Massaglia 
Mauro Laforga 
Milena Miranda
Milla Nast
Myriam Morato 
Nair Andrade 
Nancy Safatle 
Nasaré Vieira 
Nazaré Martins 
Nelci Baltah 
Neusa Silva 
O. Moren 
Patrícia Bagniewski 
Paulo H. Longuinho 
Paulo Maurício 
Pompéia Cascão 
Rafael Quaglio
Rita Brasil
Rocha Maia 
Rodrigo Nardotto
Roselena Campos 
Rosilene Horta 
Salete Henkes 
Salma Manzano 
Sanagê
Sandra Pietschman 
Shanta Rathie
Sheila Beatriz 
Sheila Tapajós 
Sheyla Moretto 
Silvia Galliac 
Silvia Regina 
Socorro Mota 
Solange Bogéa
Sonnia Guerra 
Sontté 
Tânia Braun 
Tão Cascão
Teresinha Mazzei 
Tuca Morhy 
Trudy
Valeria Diaz
Wal Andrade 
Walkiria Borges 
Yiara Hillebrand
Zebina

sexta-feira, 30 de março de 2012

LANÇAMENTO : : Corpos Informáticos: Performance, Corpo, Política



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maria beatriz de medeiros
professora do departamento de artes visuais (graduação e pós-graduação)
pesquisadora CNPq
coordenadora do PPG-ARTE/UnB
coordenadora do grupo de pesquisa corpos informáticos UnB/CNPq
www.corpos.org
www.corpos.blogspot.com
mbmcorpos@gmail.com

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Brasilia Noite e Dia - UNICAMP - 26/07 a 12/08


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PRESS RELEASE

Com objetivo de difundir o trabalho dos talentosos artistas da Capital Federal, a  Presidente da ACAV, Sra. FLÁVIA ISA OBINO BOECKEL organizou e coordenou esse evento que representa mais um marco para a divulgação e reconhecimento dos artistas de Brasília, com premiações nacionais e  internacionais.

Os estilos variam do figurativo ao abstrato, do realismo ao surrealismo, do impressionismo ao mais colorido expressionismo, numa verdadeira revolução de cores e formas que, tenho certeza, hão de encontrar no olhar do público visitante a merecida aprovação às obras expostas.

As técnicas, igualmente vão da encáustica ao óleo e à acrílica se modificando conforme a criatividade de cada um dos artistas no esmero com que trabalham suas resinas, madeiras ou metais. Todos, enfim, vem mostrar ao paulista de Campinas suas obras com a humildade e sensibilidade típicas dos artistas. 

 


Histórico da ACAV
Os artistas-plásticos, de maneira geral, têm enfrentado restrições de toda ordem, seja pelo encolhimento do mercado de arte, seja pela redução de incentivos a eventos e projetos culturais.  Assistimos, pesarosos um desinteresse social pela arte e cultura em nosso País, inclusive por parte de instituições que anteriormente soíam apoiar tais iniciativas. 

Se, por um lado, as dúvidas, as angústias e problemas diversos se fazem constantes em nosso cotidiano, por outro, percebemos a necessidade de cooperar com responsabilidade e compromisso, em prol da reconstrução e renovação do nosso coletivo, que, ao longo do tempo, vem sofrendo perdas numa Sociedade recém-nascida, a despeito de seus 51 anos. 

Não cabe aqui nos estendermos sobre essa crise, tão complexa quão paradigmática. Suas causas são cumulativas, decorrentes também do pragmatismo e da perda da poesia que desenham nosso tempo. Diante de tanta inovação tecnológica, especialmente no que tange à criação e produção visual, é natural que nós, artistas da imagem, fiquemos em permanente questionamento sobre nosso papel social, nossa atuação sensível e sua reverberação em nosso ser, que vive a arte como canal de expressão e liberdade - liberdade que é a própria pré-condição da Arte. 

Os artistas possuem incrível visão e energia criativa que se esvai, no entanto, preservada em um mundo estreito e fechado. Mas não precisamos mais do tipo de arte que ocupa um espaço sem qualquer objetivo.  Necessitamos, isto sim, de uma arte engajada que envolva profundamente as pessoas, e de mecanismos para conduzir essa arte a uma relação funcional com o mundo social...

Desse contexto, nossa consciência de grupo reemerge, não com o propósito de um embate ou discussão, mas como tentativa de diálogo para somar nossas reflexões, sentimentos e energias, a fim de que, juntos, possamos re-tecer nossas teias, com a esperança de um novo começo - um novo ciclo. A maciça adesão de importantes artistas da cidade na Associação Candanga de Artistas Visuais demonstrou que não estamos sós nesta caminhada.  Outro elemento demonstrativo de nosso bem sucedido empreendimento são as parcerias realizadas com diferentes setores das artes e do comércio da cidade, entre os quais:  GALERIA MALI VILLAS-BÔAS (de São Paulo), BRICQUET DE LEMOS EDIT., MOLDURAS ALEIXO, CIA DS ARTES, THESAURUS EDIT. E GRÁF., SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, CAIXA Cultural, CODEVASF, APAE, BOULEVARD SHOPPING, além de diversas ONGS e movimentos de caráter social, com os quais mantemos uma troca permanente de apoio e serviço.  Agora, a partir de 2011, obtivemos o apoio altamente significativo da Universidade de Campinas, através de sua Coordenação e Diretoria junto à Casa do Lago – espaço privilegiado para o qual levaremos uma coleção das obras que celebram o cinqüentenário de Brasília – a Capital do Brasil.


Discurso ACAV

A ACAV é fruto do anseio de proeminentes nomes no campo da Arte e Cultura da Cidade, diante do quadro de absoluto desamparo em que se encontravam.    

A despeito de todos os esforços para alcançar a almejada União, com a sociedade existente e igualmente fundada pelos mesmos artistas que integram a nova, a impossibilidade levou todos à criação de outra entidade de classe que, por sugestão de Naura Timm teria Candanga no nome e, graças a Bené Fonteles congraçaria Artistas Visuais.  

Ambas sugestões foram unanimemente aprovadas pelos participantes da diversas reuniões preliminares, passando a denominar-se: ASSOCIAÇÃO CANDANGA DE ARTISTAS VISUAIS – ACAV, englobando, além dos pintores e escultores, o pessoal da mídia eletrônica, da fotografia, do design e arte gráfica, entre outras midias.  

Dessa maneira tivemos o privilégio de reunir nossos mestres e grandes talentos de Brasília, com os jovens e seu espírito de contestação e suas reivindicações, tão essenciais a uma entidade que visa dar exemplo de atuação nas áreas de arte e cultura.

Uma associação de classe deve ter entre suas metas primordiais a promoção do diálogo e a aproximação dos que nela se envolvem, existindo, assim, para resolver questões de ordem operacional e, principalmente, para ampliar a capacidade desses grupos na defesa de seus direitos civis, na consecução de projetos que os auxiliem e contribuam para o crescimento do PiB interno da Cultura no Distrito Federal.  O fomento a  cursos de capacitação e qualificação; de palestras e seminários avançados; de oficinas e “workshops”; de salões e exposições, prêmios, bolsas de estudo e pesquisa; de publicações, além de outros benefícios à classe é o que se espera de uma entidade associativa preocupada com a satisfação dos desejos e necessidades de seus usuários.

Por ser uma OSCIP o controle exercido por parte do Poder Público, muito elogiado por todos os associados, facultará absoluta transparência nas ações propostas e nos documentos produzidos, podendo, além disso, representar um primeiro passo para um mais amplo entendimento entre autoridades, imprensa e classe artística, preparada que estará para retomar seu lugar de projeção nos eventos e programações de nossa Capital.

Em síntese, é fundamental que toda associação seja movida não apenas pela busca do belo, do surpreendente e do mágico, mas, com seus integrantes unidos e em harmonia, atue como em uma só batida de coração, visando melhoria da qualidade de vida do Ser Humano na Sociedade.  




Veja mais fotos no: https://picasaweb.google.com/flavia.boeckel/TELASBSBNOITEDIA

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Telas Brasilia Noite e Dia