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domingo, 22 de setembro de 2013

São Paulo - Exposição mostra 60 anos das transformações da arte brasileira

'30 x Bienal - Transformações na Arte Brasileira da 1ª à 30ª Edição' traz a trajetória artística do país nos últimos 60 anos
Foto: Divulgação

A Fundação Bienal de São Paulo inaugurou neste sábado (21) a exposição 30 x Bienal - Transformações na Arte Brasileira da 1ª à 30ª Edição, que traz a trajetória artística do país nos últimos 60 anos, de 1951 até 2012, destacando a participação brasileira da primeira à última bienal

"Procurei encontrar correspondência entre a importância da Bienal e a importância na história da arte brasileira. É um pouco buscar o paralelo entre essas duas histórias que são complementares", disse o curador da mostra, Paulo Venancio Filho, que acredita que a Bienal é um dos elementos que estruturou a arte brasileira a partir da segunda metade do século 20.

A mostra traz 250 obras, que representam todas as edições da Bienal, feitas por 111 artistas. De acordo com o curador, a intenção é propor uma orientação não-cronológica, mas flexível, "que possa ultrapassar tempo e espaço sem, entretanto, deixar de observar a continuidade histórica de seis décadas".

"Selecionar (as obras) foi uma tarefa difícil, complicada, porque participaram das 30 edições cerca de 1.700 artistas. Tive de fazer uma redução muito drástica, cheguei a esse número de 111, que acho que é um número representativo desse período", disse Venancio.

A exposição traz um panorama das influências presentes na Bienal, que abrange desde a abstração geométrica ao concretismo, a arte pop, a geração conceitual e o reflexo dessas escolas na produção dos artistas de hoje.

"A bienal ainda é o grande evento artístico do Brasil. Fundamental para as artes plásticas e para a cultura brasileira. Hoje, as artes plásticas têm um papel maior, mas há 60 anos ninguém sabia o que era, a Bienal deu uma dimensão pública para as artes plásticas", afirmou Venancio.

A exposição ocorre até 8 de dezembro no prédio da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera, Portão 3.

Agência Brasil

sábado, 18 de maio de 2013

São Paulo SP, Mostra Brasil-Alemanha : Culturas conectadas, panorama da arte digital .

Arte digital: conectando o corpo à extensão da cidade




Mostra Brasil-Alemanha: Culturas Conectadas, na Galeria de Arte Digital do SESI-SP, traça um panorama da arte digital urbana dos dois países e propõe novas formas de interação com a cidade.
Quer imaginar São Paulo para além da visão viciada de quem está habituado à cidade ou da retina cansada da rotina? O uso de fachadas digitais de mídia molda o espaço o urbano de maneira inusitada ao propor desvios e surpresas. Por meio da tecnologia, cenários imaginários são projetados para interagir com construções antes cinzentas e estáticas, transformando espaços comerciais em lugares de comunicação e encontros.

Com essas provocações, é inaugurada, no dia 15 de maio, a Mostra Brasil Alemanha: Culturas Conectadas, na Galeria de Arte Digital do SESI-SP. Em plena Avenida Paulista, ícone da cidade e uma de suas mais movimentadas artérias, o público passante pode partilhar de quatro experiências diferentes de ocupações e intervenções na fachada do edifício sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Galeria a céu aberto

Parte da programação da Temporada da Alemanha no Brasil 2013-2014, que começa neste mês de maio, a mostra reúne quatro trabalhos de arte digital: ... Mais

Fonte :
http://www.goethe.de/ins/br/lp/kul/dub/bku/pt11028616.htm

Solicitada autorização para postar ao " Webredakteurin Goethe-Institut Brasilien ", Soraia Vilela.

domingo, 28 de abril de 2013

Prémio ABCA 2012 - Associação Brasileira de Críticos de Arte, resultado.


Colunista :
César Romero, 28/04/2013

Acaba de ser divulgado, em São Paulo, o resultado do Prêmio ABCA – 2012, maior acontecimento nacional de premiação a importantes nomes das diversas áreas da esfera das artes visuais. A Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) foi criada em 1949 e passaram pela associação mais de quatro centenas de especialistas. 

Os Prêmio ABCA, em dez categorias,  nominam personagens de importância na área cultural. São 150 associados de todo o Brasil que indicam e votam secretamente. Além dos prêmios serão homenageados como destaque especial: Jacob Klintowitz (SP), Museu Brasileiro da Escultura - MUBE (SP) e o Instituto Cultural Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais - BDMG (MG) . Homenagem especial para o Museu de Arte Contemporânea MAC - SP,  por seus 50 anos; e os artistas Tomie Ohtake (SP) e Marcelo Grassman (SP). Os prêmios serão entregues no dia 28 de maio, às 20h, no Sesc Vila Mariana.

Os dez premiados: Prêmio Gonzaga Duque (destinado a crítico associado por atuação no ano) – Ângela Ancora da Cruz (RJ). É professora e crítica de arte, lecionando na pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFRJ. No último ano, organizou o seminário sobre a Crítica de Arte na Contemporaneidade para a ABCA e com a participação da EBA/UFRJ.


Prêmio Sergio  Milliet (autor/a por pesquisa publicada) - Almerinda da Silva Lopes (ES), pela publicação de Artes Plásticas no Espírito Santo: 1940-1969. Ensino, Produção, Instituições e Crítica. Vitória: Editora Ufes, 2012.  Prêmio Mario Pedrosa (artista de linguagem contemporânea) - Adriana Varejão (RJ), pela mostra Adriana Varejão – História às Margens, sob a curadoria de Adriano Pedrosa, inaugurada em setembro de 2012, no MAM de São Paulo, e, em março deste ano, no MAM do Rio de Janeiro.


Prêmio Ciccillo Matarazzo (personalidade atuante no meio artístico) - Ricardo Ohtake (SP). Formou-se em Arquitetura na FAU-USP, mas há quatro décadas se dedica à cultura. Com a mãe, Tomie, e o irmão Ruy criou, em 2001, o Instituto Tomie Ohtake e é seu diretor.

Prêmio Mário de Andrade (trajetória de crítico filiado ou não)
Houve empate na votação e ganharam: Aline Figueiredo (MS). Crítica e animadora cultural. Revelou a arte do Brasil Central, tendo promovido a I Exposição de Pintura dos Artistas Mato-Grossenses (1966), em Campo Grande. Paulo Herkenhoff (RJ). Bacharel em Direito é museólogo e crítico de arte. Foi curador do Museu de Arte Moderna de Nova York e diretor do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. É curador do novo Museu de Arte do Rio (MAR). Publicou diversos livros.

Prêmio Clarival do Prado Valladares (artista pela trajetória) - Regina Silveira (SP). É bacharel em pintura pela UFRGS e Licenciada em Desenho pela PUC-RS. Obteve renome internacional por suas instalações monumentais, participando das mais importantes Bienais de Artes Visuais.

Prêmio Maria Eugênia Franco (curador/a pela exposição) - Olívio Tavares de Araújo (SP). Pela curadoria da mostra Di Cavalcanti: Brasil e Modernismo, no Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, de 6 de dezembro de 2012 a 17 de fevereiro de 2013.  Prêmio Rodrigo Mello e Franco (instituição pela programação) - Instituto Moreira Salles (SP–RJ). Fundada há 20 anos,  é uma entidade civil sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento de programas culturais. Prêmio Paulo Mendes de Almeida (melhor exposição) - Guerra e Paz, de Portinari (RJ-SP). Pintor que levou a arte brasileira para a ONU em Nova York com seus melhores murais. Foram restaurados, apresentados no Teatro Municipal do Rio e no Memorial da América Latina (SP). Prêmio Antonio Bento (difusão das artes visuais na mídia) - Revista Piauí. Grandes reportagens, pequenos artigos e perfis integram a Piauí, com seu humor inteligente e informações aprofundadas sobre artes, política, economia, arquitetura, história e esportes.

Fonte :
http://www.correio24horas.com.br/colunistas/detalhes/artigo/cesar-romero-premioabca2012/

sexta-feira, 19 de abril de 2013

São Paulo SP, retrospectiva de Alex Vallauri, Museu de Ate Moderna - MAM, até 23/06/13

SÃO PAULO - Nos anos 70 e 80 os muros da Pauliceia eram suportes para imagens que se tornaram ícones, como "A Rainha do Frango Assado"...

José Henrique Fabre Rolim
Artes Plásticas Foto : Divulgação

SÃO PAULO - Observando a dinâmica das mostras em cartaz atualmente percebe-se que algumas se destacam pela releitura de obras conectadas ao tempo em que foram concebidas. O Museu de Arte Moderna (MAM – Parque Ibirapuera) apresenta uma grande exposição “Alex Vallauri - São Paulo e Nova York”, que traça o percurso desse excepcional artista gráfico, pintor, gravador, desenhista e grafiteiro, um dos precursores da street art no Brasil. 

Nos anos 70 e 80 os muros da Pauliceia eram suportes para imagens que se tornaram ícones, como “A Rainha do Frango Assado”, uma mulher curvilínea com luvas pretas, num clima sensual, um dos seus personagens mais famosos, que chegou a ser personificado por sua amiga Claudia Raia, que na época tinha 18 anos. Acrobatas, botas de cano alto, luvas, cartolas e outros tantos ícones além da apropriação de figuras de histórias em quadrinhos como Mandrake de Lee Falk, coloriam a cinzenta paisagem urbana. 

As suas imagens ganham outras dimensões quando transferidas para o papel conquistando a arte postal e os livros de artista. Utilizava intensamente o stencil, moldes de papelão como máscaras que recebiam tinta em spray, espalhando seus ícones pelos muros da Paulista, da Consolação e de tantos outros locais.

Vallauri (1949-1987) nasceu na Etiópia, mas seus pais eram italianos, em 1964 chega ao Brasil, tendo se estabelecido em Santos, onde produziu obras gráficas envoltas no tema do porto com características típicas do bas fond da área, focalizando as atividades dos estivadores e das prostitutas.

Na época em que esteve em Nova York, entre 1982 e 1983, cursou artes gráficas no Pratt Institute, onde conheceu Jean-Michel Basquiat, seu amigo e parceiro nos grafites realizados na Big Apple e Keith Haring, um dos grandes revolucionários da arte de rua.

Participou da Bienal de São Paulo em 1971, 1977, 1981 e 1985 quando finalmente se consagra com a instalação “Festa na Casa da Rainha do Frango Assado”, ocupando um espaço estratégico tendo sido uma das atrações mais comentadas daquela 18º edição, reunindo uma série de grafites que vinha desenvolvendo no decorrer de sua carreira. Acoplando objetos do cotidiano, criou cenograficamente uma casa abarrotada de ícones do consumo, tendo inclusive grafitado um Monza vermelho, que na ocasião acabei clicando, sem saber que se tornaria uma das raras imagens do veículo, uma obra de arte desfeita com o tempo.

A retrospectiva de Alex Vallauri com curadoria de João Spinelli é formada por 200 obras entre instalações, fotocópias, pinturas com spray, vídeos, objetos, aliás, ele grafitava uma infinidade de peças como televisores, cadeira, lixeiras, não havia limites para expressar sua arte, os muros eram apenas uns dos suportes de sua intensa produção.

Warhol, a estrela pop

Curiosamente o outro destaque do MAM é a mostra “Lady Warhol”, uma série de fotografias, intensamente coloridas, em que Andy Warhol aparece vestido de mulher com uma maquiagem exagerada, típica dos anos 80. A androginia das imagens focadas por seu amigo Christopher Makos eterniza a excentricidade do personagem, uma forma de contestar padrões de comportamento, foram utilizadas 8 perucas, além de roupas usuais de trabalho, camisa branca, gravata e jeans. Na pose duas atitudes são essenciais, o olhar perdido no horizonte e um ar glamouroso como fazem os modelos de passarela. A mostra formada por 50 imagens inspiradas nos retratos feitos por Man Ray de Rrose Selavay, personagem feminina interpretada por Marcel Duchamp, representa a ambiguidade da expressividade humana, a sutileza de um olhar, de uma postura no limite da fragilidade dos opostos, a eterna dualidade existencial. A curadoria foi realizada pela produtora espanhola La Fábrica, responsável pelo festival PhotoEspaña. 

Poesia Concreta

O Instituto de Arte Contemporânea – IAC (Rua Dr. Álvaro Alvim, 90, Vila Mariana) lançou em colaboração com a Editora Bei, dois livros inéditos “32 poemas (1953 /1957)” e “poemas & poems” com poesias concretas de Willys de Castro (1926-1988) resgatando a sua linha estética numa visualidade lírica impecável, extremamente envolta no ritmo das formas. As preciosas edições seguem as linhas mestras deixadas pelo artista conforme projeto de publicação do final dos anos 50, conservado nos arquivos do IAC. Tudo foi religiosamente obedecido conforme o modelo do artista, conservando os tipos datilografados e as correções executadas a lápis como o próprio formato da publicação. Deve-se também frisar que graças a sua formação musical, criou partituras de verbalização para poemas de Augusto e Haroldo de Campos, Ronaldo Azevedo e Décio Pignatari entre tantas expressões do concretismo. Willys foi gravador, desenhista, artista gráfico, cenógrafo, figurinista, músico e poeta deixando uma obra diversificada numa linha estética concretista, um trajeto revelador de sua potencialidade artística renovadora.

Fonte :
http://www.dci.com.br/shopping-news/panoramicas-reveladoras-id342513.html

Mais :
http://misturaurbana.com/2013/04/alex-vallauri-sao-paulo-e-nova-york-no-mam/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=alex-vallauri-sao-paulo-e-nova-york-no-mam

sexta-feira, 5 de abril de 2013

São Paulo SP, SP-Arte cresce e ganha prestígio internacional, 03 a 07/04/13

Nona edição da SP-Arte reúne 120 galerias na Bienal, com obras que chegam a valer mais de R$ 14 mi

Começou na última quarta-feira (3), na Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo, a nona edição de uma das mais importantes feiras de artes do mundo, a SP-Arte.

Com o prestígio adquirido ao longo dos últimos nove anos, a feira chama a atenção em todo o mundo, e não é à toa que nesta edição o evento traz as cinco mais importantes galerias de arte do planeta.

Gagosian, White Cube, Pace, David Zwirner e Hauser & Wirth são responsáveis, juntas, pelo topo do faturamento global de arte. Para a capital, as famosas galerias trazem peças que chegam a valer R$ 14 milhões (os preços exatos são mantidos em sigilo), de nomes como Alberto Giacometti, Gerhard Richter e Pablo Picasso.

Entre as galerias brasileiras destaque para DAN, Fortes Vilaça, A Gentil Carioca, Luisa Strina, Luciana Brito, Mendes Wood, Millan, Nara Roesler e Paulo Kuzcysnki.

Ao todo, a edição 2013 da SP-Arte conta com 122 galerias de 16 de países diferentes, sendo 81 nacionais e 41 estrangeiras. A feira é a única de arte no Hemisfério Sul a reunir o tão significativo grupo de galerias líderes do mundo.

“A nona edição da SP-Arte reúne um conjunto excepcionalmente representativo de galerias, o que permitirá oferecer aos visitantes uma oportunidade única de conferir o mais amplo panorama da arte contemporânea mundial já exposto em uma feira do país” afirma Fernanda Feitosa, idealizadora e diretora da mostra.

O que pode ajudar o País a crescer num mercado onde ele corresponde à apenas 1% do total global. Segundo um estudo da empresa holandesa Tefaf , divulgado em março, o Brasil vendeu cerca de R$ 1,2 bilhão em arte no ano passado. Um resultado que, pelo tamanho da sua feira, pode se tornar ainda maior.

Além disso, outro fator que tem atraído a vinda das mais importantes galerias de arte do mundo é isenção de impostos, e o desconto se dá logo quando as obras chegam ao Brasil. Fora do período de SP-Arte e da feira ArtRio, no Rio de Janeiro, a tributação na alfândega brasileira chega a 50% do valor de cada obra. Para as galerias brasileiras, a isenção é menor e diz respeito ao ICMS e fica em torno de 7%.

A diretora Fernanda Feitosa reforça ainda que o crescimento do evento é resultado de um trabalho gradativo que também consolida o Brasil no mapa mundial das grandes feiras: “A vocação natural da feira de ampliar a visibilidade do mercado de arte de forma altamente profissional certamente contribui significativamente para esse cenário e para a formação de novas gerações de colecionadores”, afirma ela. “O interesse do brasileiro por esse mercado vem se intensificando cada vez mais ao longo das edições anteriores de SP-Arte e, paralelamente, tem havido um reconhecimento de artistas brasileiros em todo o mundo. Galerias, museus e colecionadores estão investindo em nosso país e em nossa produção artística.”

Na Bienal, as milhares de obras expostas estão distribuídas em 3 três pisos que somam cerca de 17 mil m² de área de exposição.

Algumas dessas áreas, inclusive, são exclusivas. O modelo “private room”, ou salas privadas, são reservados para as vendas mais especiais, cujos compradores exigem discrição e certo privilégio para contemplar as obras que desejam e que costumam custar cifras milionárias. Esse modelo de salas foi inspirado nos elaborados em feiras fora do País.

Parcerias

Com o objetivo de integrar o circuito paulista das artes durante o evento, a SP-Arte ampliou o programa de parcerias com museus e instituições. O visitante desta edição que adquiriu ingressos para o Museu de Arte Moderna (MAM), Museu da Imagem e do Som (MIS), Pinacoteca do Estado, Museu de Arte Contemporânea (MAC), Sesc Pompeia, Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Itaú Cultural, recebeu um convite para visitar a feira nesta final de semana.

Oi Futuro/Iguatemi

José Marton, artista visual, designer e colecionador de arte contemporânea brasileira, foi convidado para criar o Lounge Oi/Iguatemi, localizado dentro da feira.

O espaço abriga as atividades que a Oi/Iguatemi oferecem durante a SP-Arte, como lançamento de revistas e livros, entre eles “Além Cinema”, uma retrospectiva da carreira do cineasta Neville D’Almeida nas artes visuais, e também “Órbita”, que traz farto material de toda a trajetória do artista multimídia Xico Chaves.

Durante o evento, o lounge convida os visitantes a explorarem os sentidos, com apelo visual, também por meio do som, que estará disponível em fones de ouvido, além de texturas e fragrâncias. Para proporcionar conforto aos visitantes, Marton revestiu as estruturas que se assemelham a arquibancadas, prolongamentos dos elementos do gazebo, com almofadas, como um convite ao relaxamento, conforto e bem-estar.

Serviço:

SP-Arte. Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo (Bienal). Endereço: Parque do Ibirapuera, Portão 3. Ingressos: R$ 30, inteira, e R$ 15, meia. Dias: De 3 a 7 de abril. Horários: quinta (4) e sexta-feira (5), das 14h às 22h; sábado (6) e domingo (7), das 12h às 20h.

Fonte :
http://www.panoramabrasil.com.br/diversao-e-arte/sparte-cresce-e-ganha-prestigio-internacional-id106139.html

quinta-feira, 28 de março de 2013

São Paulo SP, Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Galerias Funarte de Artes São Paulo



Sobre o edital
Inscrições abertas até 29 de abril de 2013

A Fundação Nacional de Artes – Funarte publicou em 14 de março, o Edital do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Galerias Funarte de Artes São Paulo. Válido para todo o Brasil, o edital seleciona seis projetos de exposições, a serem realizadas nas galerias Mário Schenberg ou Flávio de Carvalho, na cidade de São Paulo.

O objetivo do prêmio é estimular a multiplicidade e a diversidade de linguagens e tendências em suas variadas modalidades de manifestação. O investimento total é de R$ R$ 492.600 mil reais.
Os projetos habilitados serão avaliados por uma comissão de seleção, nomeada por portaria pelo presidente da Funarte, composta por cinco membros, sendo dois representantes da Funarte e os demais com conhecimento comprovado e notoriedade no campo das artes visuais.

Os trabalhos serão analisados de acordo com os seguintes critérios: qualidade do projeto; planejamento e viabilidade prática; ações sócio-educativas que visem à democratização do acesso aos resultados finais do projeto, como por exemplo: debates, palestras, encontros, visitas, entre outras; qualificação dos profissionais envolvidos; estratégias de comunicação e divulgação; público-alvo , considerando a importância da renovação e qualificação de público para as artes visuais; e conformidade com os objetivos deste edital.

Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico: gsaopaulo@funarte.gov.br.

Fonte :
http://www.funarte.gov.br/edital/premio-funarte-de-arte-contemporanea-2013-galerias-funarte-de-artes-sao-paulo/


terça-feira, 26 de março de 2013

São Paulo, exposição Artista Plástico Manabu Mabe, telas anos 50 e 60



Trinta e seis trabalhos do pintor japonês, contemporâneo de Tomie Ohtake, serão exibidos na galeria Pinakotheke

'Trópico', óleo de 1962: emoção e sutileza, expressividade e intimismo (Foto: Jaime Acioli)


22.mar.2013 por Jonas Lopes

Na metade do século XX, a arte brasileira presenciou o surgimento de uma tríade de pintores japoneses radicados no país: a quase centenária Tomie Ohtake, Flávio-Shiró e Manabu Mabe (1924-1997). Esse último ganha, a partir de quarta (27), uma relevante reunião de 36 trabalhos das décadas de 50 e 60 na filial paulistana da galeria carioca Pinakotheke.
A mostra será acompanhada do lançamento de um livro com um ensaio do crítico Paulo Herkenhoff. Mabe imigrou para o Brasil com a família em 1934 e foi ajudar na lavoura de café no interior de São Paulo. Interessado por pintura, veio para a capital, onde se converteu em figura primordial do nosso abstracionismo informal, a ponto de receber o prêmio de melhor pintor nacional na 5ª Bienal de São Paulo, realizada em 1959.
A individual atual tem importância fundamental. Em janeiro de 1979, um acidente aéreo destruiu parte considerável das obras do artista, e a produção anterior ao desastre acabou ficando mais rara. A influência da cultura oriental pode ser notada nas telas, sobretudo pelas alusões caligráficas e pelo interesse de Mabe pelo budismo.
Manchas de tamanhos variados aparecem envolvidas por intensas camadas de cor, em uma força gestual de dar inveja até mesmo aos expressionistas abstratos americanos Jackson Pollock e Willem De Kooning. O equilíbrio entre emoção e sutileza, expressividade e intimismo desafia também o rigor matemático dos concretistas, então em voga no cenário artístico.

Fonte :http://vejasp.abril.com.br/materia/critica-manabu-mabe-pinakotheke

Visite os links abaixo e conheça um pouco mais da Obra do artista Manabu Mabe.


Bibliografia
http://www.pinturabrasileira.com/artistas_bio.asp?cod=23&in=1

Vídeo, exposição em S.Paulo, Galeria Pinakotheke
http://g1.globo.com/videos/v/exposicao-em-sao-paulo-destaca-o-melhor-da-obra-do-pintor-manabu-mabe/2477773/


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Companhia Pia Fraus traz artes plásticas ao palco, Bichos do Brasil, Limeira SP


22/02/2013 11:24
Karina Pilotto

Companhia Pia Fraus traz artes plásticas ao palco

Espetáculo "Bichos do Brasil" mostra elementos populares hoje no Teatro Vitória

Abordagem contemporânea, elementos rústicos e bonecos infláveis gigantes são elementos que fazem o espetáculo "Bichos do Brasil" ganhar tanta repercussão no cenário brasileiro. A montagem criada pela companhia Pia Fraus, de São Paulo, já recebeu diversos prêmios e se tornou uma referência nacional. Hoje, às 20h, o espetáculo será apresentado no Teatro Vitória, em Limeira.

Companhia Pia Fraus traz artes plásticas ao palco
Peça recria o ambiente da mata e mostra a riqueza da fauna brasileira
Divulgação
"Bichos do Brasil" foi criado em 2001 pelos diretores Beto Andretta, Beto Lima e Hugo Possolo. Eles visam recriar o ambiente da mata e mostrar a riqueza da fauna brasileira com artes plásticas, coreografia e música. O espetáculo, indicado para toda a família, já percorreu dez países dos continentes americano, europeu e asiático e todos os estados brasileiros, totalizando mais de mil apresentações. "Esse é o espetáculo da Pia Fraus que mais viajou pelo país e pelo exterior. Acredito que seja nosso trabalho mais emblemático, que mostra uma imagem que os estrangeiros querem ter da nossa cultura", afirma Andretta.

Enredo
Os 50 minutos de duração da montagem retratam o cotidiano dos animais numa selva tropical. O objetivo da Pia Fraus é promover a reflexão do público para que não ocorra a extinção dos animais dentro do imaginário popular. O show conta com trilha sonora exclusiva produzida por Gustavo Bernardo e Marcos Boaventura. Eles fazem uso de diversos ritmos nacionais como forró, frevo, bossa nova, samba e maracatu. "Nós ligamos a tradição da companhia de trabalhar com cultura brasileira a uma ideia que eu tive quando eu percebi que meus três filhos, quando eram crianças, tinham muito interesse em animais", conta Andretta. Três atores sobem ao palco sem fazer uso de texto para dar vida aos materiais naturais que recebem tratamento em diversas cores.

O espetáculo faz parte dos 21 já produzidos pela companhia paulistana ao longo de 28 anos de existência. Ele será realizado em Limeira pela Oficina Cultural Carlos Gomes. "Para mim, é uma alegria continuar apresentando essa montagem. É muito legal ver que uma ideia minha continua tocando crianças e adultos, que uma criação ainda desperta curiosidade", ressalta o diretor. Os 200 ingressos disponíveis para o público devem ser retirados por meio da troca de um litro de leite no Teatro ou na sede da Carlos Gomes, localizada na Rua Largo Boa Morte, 11, Centro.

ACONTECE: O espetáculo "Bichos do Brasil" será apresentado hoje às 20h. O ingresso é um litro de leite. O Teatro Vitória fica na Praça Toledo Barros, s/n, Centro. Informações pelo telefone (19) 3495-1028.

Fonte :
http://www.oliberalnet.com.br/noticia/F374E4235FE-peca_traz_artes_plasticas_ao_palco

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

São Paulo SP, artista Néle Azevedo, Fundação Memorial da América Latina, até 07/04/13


Néle Azevedo: arte e espaço urbano

Escultura em gelo, São Paulo. Foto: Acervo Néle Azevedo.Diversas cidades do mundo, entre elas Tóquio, Havana, Paris, Berlim, Santiago do Chile e Belfast, já receberam a obra Monumento Mínimo, da brasileira Néle Azevedo. A artista participa também como convidada da exposição ZNE (Zur Nachahmung empfohlen! – Exemplos a seguir!) desde sua abertura, em 2010, sendo a única brasileira entre 40 artistas. Após circular por várias cidades do mundo, a mostra chega a São Paulo, agregando a participação de outros artistas brasileiros no Memorial da América Latina.

Em entrevista, Néle Azevedo fala sobre o conceito inicial de seu Monumento, lembra as reações a ele presenciadas em diversos lugares e reflete sobre as leituras que seu trabalho vem ganhando no decorrer dos últimos anos.

Você é autora de uma instalação que tem alcançado uma repercussão imensa. Como ela nasceu?
O ponto de partida aconteceu durante a montagem de uma exposição individual na Capela do Morumbi, em São Paulo, em 1999. Expus dentro da Capela uma série de figuras humanas compridas e alongadas, fundidas em ferro. Nas grades do lado de fora da capela, fixei duas pequenas esculturas de mulheres medindo cerca de 20 cm de altura, como um monumento a contemplar a avenida. Ao ver a contraposição entre a dimensão mínima das esculturas e o aberto da cidade, dei início a uma pesquisa sobre os monumentos e o espaço público.
A partir daí, como prosseguiu com a pesquisa? E quais as inquietações moveram seu trabalho?
Encontrei nos monumentos públicos uma síntese de minha inquietação: a celebração histórica muito longe do sujeito comum. Busquei uma conciliação entre a esfera pública e a esfera privada, entre o eu subjetivo e a cidade. Assim, propus o Monumento Mínimocomo um antimonumento, subvertendo uma a uma as características dos monumentos oficiais. No lugar da escala grandiosa, largamente utilizada como ostentação de grandeza e poder, propus uma escala mínima. No lugar do rosto do herói da história oficial, uma homenagem ao observador anônimo, ao transeunte, numa espécie de celebração da vida, do reconhecimento do trágico, do heroico que há em cada trajetória humana. E no lugar de materiais duradouros, propus as esculturas em gelo que duram cerca de trinta minutos. Elas não cristalizam a memória, nem separam a morte da vida, mas ganham fluidez, movimento, e resgatam uma função original do monumento: lembrar que morremos.

Esculturas em gelo, Gendarmenmarkt, Berlim. Foto: Silvina Der-Meguerditchia.Quando e onde você a apresentou pela primeira vez, e como foi a experiência? Como as pessoas reagiram?
Antes de apresentar pela primeira vez uma grande intervenção, percorri anonimamente nove cidades – Campinas, São Paulo, Brasília, Salvador e Curitiba. Fora do Brasil: Havana, Cidade do México, Tóquio e Quioto. Estudei suas histórias, pesquisei seus locais de importância histórica, arquitetônica ou simplesmente de grande circulação local. Carregava as esculturas em gelo em uma sacola térmica. Colocava uma a uma nos lugares previamente escolhidos e registrava o processo em fotografia. Algumas pessoas se acercavam, se emocionavam, tinham reações que só eu presenciava. Eram ações anônimas e absolutamente solitárias.
Realizei a primeira grande intervenção no dia 7 de abril de 2005, com apoio do SESC do Carmo. Foram quase 300 esculturas em gelo nas escadarias que dão passagem para o metrô na Praça da Sé, marco zero da cidade de São Paulo, ao meio dia, sob um sol de 30 graus. Foi um acontecimento! Aquilo que eu presenciava nas cidades anteriormente percorridas ganhou uma dimensão coletiva, se potencializou tanto na força plástica do conjunto das esculturas quanto na reação do público: uma multidão se acercou e participou da intervenção. A mídia fez uma grande cobertura, com diversas emissoras de TV transmitindo ao vivo a intervenção.

Quando vemos as centenas de esculturas de gelo que formam a obra, logo pensamos no trabalho físico que ela exige. Como você a realiza?
O processo do trabalho é intenso. Em geral levo comigo um assistente, formamos uma equipe de produção com assistentes locais. Ele exige sim um trabalho físico que se torna quase meditativo pela repetição do gesto, pela grande atenção e delicadeza que exige em seu manuseio – é repetitivo e em série: produzimos mais de 100 esculturas por dia. A fabricação das esculturas ainda é artesanal, mas se aproxima da produção industrial em série. Permanecemos trabalhando na cidade por dez ou 15 dias – a depender do número de esculturas necessárias para ocupar o espaço escolhido. Quanto mais esculturas mínimas multiplicadas, mais potente ele se torna.
Esculturas em gelo, Florença, Itália. Foto: Acervo Néle Azevedo.
Você apresentou a instalação duas vezes na Alemanha. Como foi a experiência?
Apresentei em Braunschweig, em junho de 2006, com a colaboração de artistas brasileiros e artistas locais, sendo uma experiência de compartilhamento total. A ação aconteceu na Burgplatz, uma praça medieval que abriga a escultura mais antiga do norte da Europa. A participação do público foi intensa, e a reação emocionada das pessoas levou-me a pensar sobre a pertinência da origem do romantismo na Alemanha.
Em setembro de 2009, levei o Monumento Mínimo a Berlim, como parte de um conjunto de ações programadas pela WWF na Alemanha, que buscou chamar atenção para os efeitos das mudanças climáticas no planeta. Foi a primeira vez que realizei o trabalho ligado à questão ambiental. Com a 3ª Conferência Climática Mundial acontecendo ao mesmo tempo em Genebra, a intervenção em Berlim chamou a atenção da mídia. Grandes agências de notícias do mundo estavam na Praça Gendarmenmarkt. Impressionados com a interação “público & trabalho” e com a metáfora do derretimento, as emissoras de TV registravam o acontecimento. A divulgação maciça das imagens deu uma extensão mundial ao trabalho.

Como você lida com essa leitura que relaciona a obra à questão ambiental, algo muito diferente do seu ponto de partida?
Por um lado, é uma felicidade que um trabalho de arte seja chamado à ação por outros segmentos da sociedade para atuar dentro do acontecimento aqui e agora. Por outro lado, cresceu uma preocupação: de que modo operar com o trabalho na cidade sem ser ilustração de uma bandeira climática? De que modo o artista ou o trabalho não são “engolidos”? Bem, a obra tem leitura aberta – eu criei o Monumento Mínimo pensando em propor outro monumento, um monumento a contrapelo que levasse em conta a história dos vencidos, dos anônimos, que trouxesse em evidência a nossa condição de mortal.
Escultura em gelo, Gendarmenmarkt, Berlim. Foto: Acervo Néle Azevedo.Pensei também no exercício da ocupação do espaço público. Mas ele encontrou uma questão no mundo, a questão ambiental – que se tornou um tema mais difundido nos últimos cinco anos – e vem sendo lido também como alerta dos perigos do aquecimento global e de nosso consequente desaparecimento do planeta. Sua afinidade com o tema é evidente. Mas outras leituras não deixam de acontecer, inclusive a que leva o trabalho a cumprir a função original do monumento, de homenagem aos mortos. Como em 2012 em Belfast, quando atendi ao convite para realizar o trabalho nas escadarias da Custom House Square, lembrando o trágico acidente do Titanic. Fico feliz com essa leitura aberta e plural: um monumento líquido para tempos líquidos...



E para a atual montagem do Memorial da América Latina?
Realizo uma ação específica para o Memorial, nas escadarias da entrada. Nesta ação, são 400 esculturas em gelo e uma escultura feita com meu próprio sangue. Como meu corpo é história, ele está completamente implicado na história da América, no desaparecimento de povos indígenas, nas questões contemporâneas da nossa existência. A escultura em sangue acentua o caráter ritualístico, sacrificial, e ao mesmo tempo epifânico do Monumento Mínimo.
Exemplos a seguir! Expedições em estética e sustentabilidade 
22/02/13 a 07/04/2013
Abertura nesta quinta-feira (21/02), às 18hs, com uma instalação do Monumento Mínimo feita especialmente para a ocasião.
Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
Barra Funda
São Paulo
Luciana Tonelli 
é jornalista e trabalha com projetos editoriais em São Paulo. É autora de "Flagrantes do Tempo - Poema-reportagem na Pauliceia".
Copyright: Goethe-Institut Brasilien
Fevereiro de 2013

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Curso " Arte no Brasil " em São Paulo, com visita à Pinacoteca, início 05/03/13





Arte no Brasil



Com visita guiada à Pinacoteca do Estado de São Paulo
com Giancarlo Hannudunidade Jardins/Mario FerrazO curso, uma parceria entre a Casa do Saber e a Pinacoteca do Estado de São Paulo, busca o entendimento de uma arte brasileira desde suas origens no final no século 16 até o fim do século 19 e início do século 20, e os primórdios de uma arte dita modernista. Dentro dessa linha histórica será identificado um imaginário nacional – entendido como o conjunto de imagens, símbolos e atributos representativos do povo brasileiro, assim como sua maneira de viver – e seus momentos cruciais de modificação para a definição de parâmetros de uma cultura local. Serão contempladas as diversas versões de Brasil que emergem da obra dos artistas nascidos e/ou estabelecidos aqui, que registraram o país e seus habitantes e criaram representações do mesmo, assim como a cultura material a eles associada e/ou derivada deles. O intuito do curso é fornecer uma pequena introdução ao processo da constituição deste imaginário brasileiro, começando com obras que formaram o alicerce visual do descobrimento, passando pelo conjunto de imagens de cunho costumbrista presente no trabalho de Jean Baptiste Debret e Henry Chamberlain, e culminando nas pinturas de Almeida Júnior. O curso também traçará a criação dos mitos nacionais em forma visual e suas origens na literatura e na história.






Fonte :
http://casadosaber.com.br/sp/cursos/artes/arte-no-brasil.html/

terça-feira, 19 de junho de 2012

Vermelho - Obras em papel


XXVI Mostra de Arte da Granja Viana - Junho/Julho de 2012



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XXVI Mostra de Arte da Granja Viana - Junho/Julho de 2012



O Evento:

Consiste numa exposição de arte – de artistas selecionados no Edifício Cultura Inglesa - Centro Brasileiro Britânico
Rua Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros – São Paulo.

Exposição – de Sábado – 23 de Junho a Sábado – 28 de Julho de 2012
Recepção – Sábado – 23 de Junho das 13 às 18 horas.

Visitação – De 2a. a 6a.feira das 10 às 19 horas e Sábado e Domingo das 10 às 16h

Plantão de Vendas – de 2ª a 6ª. feira das 12 às 18 horas e Sábado e Domingo das10 às 16.

terça-feira, 12 de junho de 2012

XXVI Mostra de Arte Granja Viana - Vida - Casa de Apoio

Estarei participando desse projeto com duas obras doadas para a Vida - Casa de Apoio da Granja Viana
Vale a pena conhecer o trabalho dessa Instituição de apoio a crianças e suas famílias.
Abraços fraternos,
Elda Evelina 



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Exposição 80 Anos Revolução Constitucionalista 1932 | De 01 Julho a 10 Agosto



logo_antiquario
Aqui o tempo é um artigo de luxo.
Conheça e se apaixone pelos nossos produtos.
 
 
Antiquário Casa do Povo comemora os 80 anos
da Revolução Constitucionalista de 1932
 
No dia 9 de julho, o Estado de São Paulo comemora o aniversário do Movimento Constitucionalista de 1932. A data representa um marco importante na história do Estado e do Brasil.

A importância do movimento é incontestável. Seu principal resultado foi a convocação da Assembléia Nacional Constituinte, dois anos mais tarde.

O Antiquário Casa do Povo, não poderia deixar passar em branco essa data tão importante. Por isso, sinta-se convidado(a) para nossa exposição em comemoração aos 80 anos da Revolução Constitucionalista de 1932.

A visitação é gratuita e o horário de funcionamento será das 8h às 17h30min, de 01 julho até 10 de agosto. O endereço do Antiquário Casa do Povo é Rua Xavier Pinheiro, 179 (esquina com a Rua Campos Mello), no bairro de Vila Mathias.

Mais informações no site www.antiquariocasadopovo.com.br e no Facebook www.facebook.com/casadopovo.
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Antiquário Casa do Povo
Rua Xavier Pinheiro 179-177
Santos / São Paulo
(13) 3232-5938
www.antiquariocasadopovo.com.br
paulinhoantiguidades@superig.com.br

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Obras de artista plástico Associado da ACAV são capas da Revista.

capas das revistas
Obras do artista plástico Soussa são capas da Revista Em Condomínios do mês de junho!
A qualidade artística das obras e a trajetória dos artistas do Catálogo Online da Nossa Galeria de Arte despertaram o interesse da Revista Em Condomínios. Na edição de fevereiro as obras da artista Karla Bratfisch (Itatiba-SP) foram capas das suas 19 edições, em março foram as obras de Heitor (Salvador-BA), em maio foram as fotografias de Adriana Nassar (São João de Meriti - RJ), agora em junho é a vez das pinturas de Soussa (Brasília-DF) ilustrarem as 19 capas da Revista. 
Soussa
Distribuída na grande São Paulo e nas cidades de São Caetano, Santo André e Santos, a Revista Em Condomínios conta com mais de um milhão e duzentos mil leitores mensais. Além das capas, a Revista destaca na seção“Nossa Capa” o currículo resumido e foto do artista.

Selecione abaixo as revistas desejadas e acesse as versões virtuais:

Brooklin * Campo Belo e Aeroporto * Interlagos * Itaim * Jabaquara
Moema * Santo Amaro * Saúde * Vila Mariana * Vila Mascote
Vila Nova Conceição * Vila Olímpia * Mooca * Tatuapé
Vila Prudente * Perdizes * Santo André * São Caetano * Santos

Soussa é associado da ACAV.
Mais sobre ele no: www.acavart.org.br/soussa

Exposição coletiva Dia dos Namorados - ABACH



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A Academia Brasileira de Arte Cultura e História apresenta a Exposição do dias dos Namorados Amó,  no dia 09 de junho no Poló Cultural Casa da Fazenda do Morumbi. A exposição permanecerá por 2 semanas.
 
Wânia Rodrigues
Agente Cultural / Curadora - ABACH
11 37738066 - 11 91215203

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Vivo - Call Parade


Cem dos 52 mil orelhões paulistanos foram transformados em obras de arte em diversos pontos da cidade.
O evento, chamado Call Parade, vai até 24 de junho. O nome faz referência ao Cow Parade, em que vacas são pintadas e espalhadas pela cidade.
A avenida Paulista e os bairros de Paraisópolis, Pinheiros, Vila Madalena são alguns dos locais que receberão as intervenções.
Noventa artistas foram selecionados por meio de concurso. Dez foram convidados.

Veja o resultado no link:
http://callparade.com.br/galeria-de-fotos/

Surpresa, admiração, sucesso! Confira como foi a estreia da Call Parade
Para assistir o vídeo da matéria na íntegra, clique aqui.




Mulher usa orelhão enfeitado para a Call Parade na avenida Paulista
Mulher usa orelhão enfeitado para a Call Parade na avenida Paulista

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CURSO - HISTORIA DA ARTE - GALERIA MALI VILLAS-BÔAS




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GALERIA MALI VILLAS-BÔAS
Rua Tabapuã, 838/5(Travessa Alex Vallauri)
Itaim Bibi -SP cep: 04533-020
Fone:(55)11-3078-0541

Curso ministrado pelo crítico de arte Oscar D´Ambrosio.


PARA QUEM GOSTA DE ARTE

Em junho/2012 a Cia Arte Cultura realizará mais um curso ministrado pelo crítico de arte Oscar D´Ambrosio.
O programa é composto por um curso de 3 sessões e uma palestra, com conteúdo especialmente preparado para responder as questões com as quais, freqüentemente nos deparamos no processo criativo.

Curso :
Três propostas de caminhos para o artista contemporâneo
Curso em 3 sessões nos sábados 9, 16 e 23 de Junho das 9:00 às 12:30
A idéia dos três encontros é discutir possibilidades de desenvolvimento de raciocínio visual para o aprimoramento da construção de uma poética.

Primeiro sessão: tem como objetivo estudar manifestações do grafite e suas referências
Segunda sessão: propor a releitura do futurismo como vertente próxima da contemporaneidade;
Terceira sessão: mergulhar no universo plástico e simbólico do cineasta Akira Kurosawa.

Palestra
Para onde caminha o artista contemporâneo
Palestra em 27 de junho – quarta-feira – das 19:00 às 21:00 h

O objetivo deste encontro é discutir quais são os passos de uma classe mergulhada em dilemas para gerar diálogo entre o império da emoção, a supremacia da razão, o mito da criatividade, o pessimismo perante o mundo, o equilíbrio existencial e a busca da plenitude.

Sobre o professor:
Oscar D’Ambrosio, doutorando em Educação, Arte e História da Cultura na Universidade Mackenzie, é mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp. Integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil ).

Investimento:
R$ 450,00 – à vista ou 2 cheques de 225,00 – sendo o primeiro no ato da inscrição e a segundo até 23 de junho

Não perca esta oportunidade!!
Inscreva-se nos telefones ou e-mail abaixo


Paco de Assis
www.ciaartecultura.com /www. ciaarteculturagallery.com
Tel 55 11 3034 5516 / 2338 5516
assessoria@ciaartecultura.com.br

sexta-feira, 20 de abril de 2012

ALA - Casa Cor SP 2012 - Fabio Porchat




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Nosso projeto na Casa Cor 2012 já está definitivo.

Ver os croquis em acima.

Gostaríamos muito da sua participação neste evento que já é considerado o maior de 2012 em termos de arquitetura e decoração.

A Casa Cor 2012 será realizada no Jockey Club de São Paulo com coquetel para a imprensa no dia 26 de maio,seguido de um grande coquetel para convidados especiais e formadores de opinião no dia 27 de maio.

E no transcorrer dos 55 dias de duração da Casa Cor, realizaremos em “petit comité” outros coquetéis dirigidos à classe de decoradores, colecionadores e afins.

Nosso espaço é o maior e o mais nobre nesta Casa Cor 2012.

A taxa de inscrição para cada artista participante será de R$ 7.000,00.

Somente existem mais duas vagas para que nossos artistas apresentem suas obras.

Ficaremos felizes com a sua participação.



Saudações acadêmicas,
Fabio Porchat
fabioporchat@gmail.com

(11) 9974-0201
(11) 3554-3420