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| Espiar II, da pintora Loíla, integra a exposição
Organizada sob o título "Brasil: As Cores da Floresta", a exposição montada no Centro Cultural da Câmara Legislativa, até o dia 26 de julho, reúne trabalhos de seis artistas plásticas e uma poetisa. As pinturas, em formatos variados, dialogam pelo uso intenso de cores e uma temática predominantemente abstrata, mas com níveis diversos de tonalidades, às vezes mais fortes, noutras esmaecidas. A solenidade de abertura oficial da mostra está agendada para segunda-feira (24), às 19h, no foyer do plenário da CLDF.
A exposição, que tem a curadoria de Camila Suato, reúne cerca de 60 trabalhos em tinta acrílica sobre tela. Neles, de repente, uma profusão de cores remete a um jardim com plantas aquáticas, visível em um dos quadros apresentados por Solange Lannes. Outras aparecem iluminadas, como se pode ver nas cidades e florestas imaginárias de Carmem Fraga. Enquanto Loíla abre uma "janela" que deixa ver a mata no exterior, ora num verde vivo, ora alaranjada, como sob o efeito do fogo ou do sol, nas obras Espiar I e Espiar II (ver fotos).
Técnica - Luíza Cohen Meneghetti também se utiliza de uma espécie de abertura para convidar o espectador a uma imersão no espaço azul de uma de suas telas. Muitos trabalhos exibidos podem ser inseridos numa categoria de obras "matéricas", caracterizadas pelo uso generoso de camadas de tintas e pelas sobreposições de materiais sobre a tela, como nos trabalhos de Iracema Brochado. Outras também explicitam a técnica que foi empregada na pintura.
A maior diversidade do colorido se encontra, contudo, nas obras de Renata Prata, que "viaja pelo Brasil" e apresenta, além de aspectos humanos, exemplares da flora e fauna em suas telas, que formam polípticos – quando vários quadros são expostos aproximados para formar um conjunto, geralmente, relacionado ao mesmo tema.
Das expositoras, cinco residem no Distrito Federal, e Renata vive e trabalha em Uberaba (MG), onde também atua como arquiteta. Como ela, a poetisa Flora Malta Carpi também não mora em Brasília. A escritora e compositora fluminense reside em Itaperuna (RJ) e comparece à mostra com três poemas: "Flora", "A dança da vida" e "Enquanto houver sol".
SERVIÇO
Brasil: As cores da floresta
Visitação: até 26 de julho de 2013
Horário: de 9h às 19h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados)
Local: Foyer do plenário da Câmara Legislativa (Térreo Inferior)
Informações: 3348-8286 (Seção de Relações Públicas/CLDF)
Entrada Franca
Marco Túlio Alencar – Coordenadoria de Comunicação Social
Fonte : http://www.cl.df.gov.br/noticias/-/asset_publisher/e3GG/content/mostra-coletiva-traz-uma-profusao-de-cores-a-cldf?redirect=http://www.cl.df.gov.br/noticias?p_p_id%3D101_INSTANCE_e3GG%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1 |
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segunda-feira, 24 de junho de 2013
Brasília DF, mostra coletiva "Brasil: As Cores da Floresta", 24/06 até 26/07/13
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Florianópolis SC, Projeto “Interfaces Desfigurativas” traz Olivier De Sagazan ao Brasil, 12/06/13
Contemplado no Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna, projeto realiza oficina, debate, mostra de vídeo e performances em Florianópolis (SC)
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| Projeto " Interfaces Desfigurativas " |
A partir de 12 de junho, o projeto Interfaces Desfigurativas – Intercâmbio entre solos (Brasil/França) dá início a uma variada programação que inclui oficina, debate, mostra de vídeo e apresentação da performance internacional “Transfiguração” , de Olivier De Sagazan, além de solos de Elisa Schmidt e Ghel Nikaido. As atividades serão realizadas em Florianópolis (SC).
Contemplado no Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna 2012, o projeto é de autoria de Elisa Shimidt. Mestre em teatro pela Universidade Estadual de Santa Catarina, ela começou, em 2009, a pesquisar e se inspirar no trabalho de Olivier De Sagazan. A artista investigou sobre as interfaces entre as artes – dança, escultura, pintura e performance – presentes no repertório de obras do artista, e dois anos mais tarde embarcou para a França, onde aprendeu sobre o uso da desfiguração como estratégia de desestabilização e de deformação da figura diretamente com De Sagazan.
A primeira ação será realizada entre os dias 12 e 14 de junho, das 9h às 12h. É a Oficina Matéria-Prima no Jurerê Sport Clube -, em Jurerê Internacional, que conta com a participação de profissionais, estudantes e artistas. No dia 14 de junho, das 14h às 18h, acontece o debate e apresentação do vídeo Sanctus Nemorensis, no auditório do bloco amarelo, na Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC). O conteúdo aborda os aspectos autobiográficos e filosóficos trabalhados pelo artista na utilização de diferentes mídias na composição de suas obras – como a escultura, o desenho, o vídeo, arte e performance. Em 15 de junho, no Sesc Prainha, às 20h, será a noite da Performance Transfiguração, com apresentação de De Sagazan, com entrada gratuita. Nos dias 14 e 15 de junho, estará em exposição a Mostra de Desenhos da artista Adriana Maria dos Santos, a partir das 19h, no Coletivos/Creperia Degrau, na Lagoa da Conceição.
O artista Olivier De Sagazan ainda presta consultoria ao trabalho de Elisa Schmidt e do bailarino Ghel Nikaido, que desenvolveram solos de dança com base no estudo da desfiguração. A apresentação dos solos de dança Entre Terra e Meum Corpus será entre os dias 3 e 7 de julho, às 20h, no Sesc Prainha, em Florianópolis, com entrada gratuita. “Estamos unindo três cabeças que pensam a desfiguração em arte para a configuração do projeto. De maneira genérica, o trabalho visceral do De Sagazan me faz compreender pela sensação, não pela lógica. O anacronismo é presente no trabalho dele como uma maneira de repensar o ser humano ancestral e o contemporâneo, bem como o conformismo burocrático à mercê de uma paisagem congelada e pouco questionada”, comenta a idealizadora do projeto Elisa Schmidt.
Olivier De Sagazan
Esta é a segunda vez que o artista vem ao Brasil, a primeira foi em Belo Horizonte (MG), em 2010. No trabalho de performance, Olivier De Sagazan exprime a fascinação sensível. Com mais de 30 anos de experiência, o artista possui em seu repertório obras como Transfiguration, Transfiguration Hybridation, Transept, L´enfermoi, que foram apresentadas em diferentes países como França, Canadá, Japão, Inglaterra e Brasil. No trabalho com escultura e desenho, De Sagazan expôs em muitas galerias, entre elas: Marie Vitoux, em Paris; Grand’Rue, em Poitiers . Entre as bibliografias escritas sobre suas obras constam os livros: Transfiguration – Edição Democratic bocks; Le Fantôme dans la machine – Edição Universitaire D’Angers ; Carnet D’atelier – Edição Mémoire Vivante ; Etres Chairs – Edição Nazairienne ; Quand le visage perd sa face – La défiguration en art / La Violence en Art – Editição Vitoux. Participou também do filme Samsara, de Ron Frick – realizador de Baraka.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Brasília DF, Exposição coletiva " Todo Sonho Parece Estranho ", 10 à 23/06/13 - Galeria de Arte do Deck Norte
Exposição coletiva - Todo sonho parece estranho
20 artistas do circuito brasiliense apresentam gravuras, pinturas e esculturas na exposição Todo Sonho Parece Estranho, que fica até dia 23 de junho na galeria de arte do Deck Norte.
Local: Shopping Deck Norte
Data: de 10/06/2013 a 23/06/2013
Filiados da ACAV, na lista de participantes abaixo, destaque em vermelho .
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Brasília, 10 de junho de 2013 - O Deck Norte recebe até o dia 23 de junho a exposição "Todo sonho parece estranho", com trabalhos de 20 artistas do circuito cultural brasiliense. São esculturas, gravuras e pinturas em torno de um mesmo tema, reunidas na galeria de arte do shopping no Lago Norte, na ala nova do Piso 1. A entrada é franca, com visitação de 13h às 19h.
Com curadoria de Lourenço de Bem e produção de Kell Mota, a exposição conta com obras de artistas como Rodrigo Nardotto, Lourenço de Bem, Bete Ferrarezi, Adriana Marques, Célia Maldonado, Massimo Massaglia, Max Kokai e Patrícia Bagniewsky. "A parceria do shopping com os artistas da cidade tem dado tão certo que já fizemos da galeria um espaço fixo para receber exposições como essa", conta Renato Horne, superintendente do Deck Norte.
Confira os artistas que participam da exposição:
Adriana Marques
Andréia Grecov
Bete Ferrarezi
Carlos Martins
Cárppio de Morais
Célia Maldonado
Elisa Sampaio
Flavita Obino
Glenio Lima
Izabela Ribeiro
Joana Limongi
Kell Motta
Lourenço de Bem
Marcelino Cruz
Marianne Nassuno
Massimo Massaglia
Max Kokai
Patrícia Bagniewsky
Rodrigo Nardotto
Salete Henkes
Exposição coletiva "Todo sonho parece estranho"
Data: até 23 de junho de 2013
Horário: De 13h às 19h
Informações: (61) 3264 9915
Fonte: Marcela Heitor
SERVIÇOS
Local: Shopping Deck Norte
Endereço: SHIN CA 1 Bloco A, Lote A - Brasília
Telefone do Local: ---
Data: de 10/06/2013 a 23/06/2013
Ponto(s) de Venda(s):
Entrada franca
Valor dos Ingressos:
Entrada franca
Fonte :
http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=37218&canal=14&s=84&ss=0
20 artistas do circuito brasiliense apresentam gravuras, pinturas e esculturas na exposição Todo Sonho Parece Estranho, que fica até dia 23 de junho na galeria de arte do Deck Norte.
Local: Shopping Deck Norte
Data: de 10/06/2013 a 23/06/2013
Filiados da ACAV, na lista de participantes abaixo, destaque em vermelho .
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Brasília, 10 de junho de 2013 - O Deck Norte recebe até o dia 23 de junho a exposição "Todo sonho parece estranho", com trabalhos de 20 artistas do circuito cultural brasiliense. São esculturas, gravuras e pinturas em torno de um mesmo tema, reunidas na galeria de arte do shopping no Lago Norte, na ala nova do Piso 1. A entrada é franca, com visitação de 13h às 19h.
Com curadoria de Lourenço de Bem e produção de Kell Mota, a exposição conta com obras de artistas como Rodrigo Nardotto, Lourenço de Bem, Bete Ferrarezi, Adriana Marques, Célia Maldonado, Massimo Massaglia, Max Kokai e Patrícia Bagniewsky. "A parceria do shopping com os artistas da cidade tem dado tão certo que já fizemos da galeria um espaço fixo para receber exposições como essa", conta Renato Horne, superintendente do Deck Norte.
Confira os artistas que participam da exposição:
Adriana Marques
Andréia Grecov
Bete Ferrarezi
Carlos Martins
Cárppio de Morais
Célia Maldonado
Elisa Sampaio
Flavita Obino
Glenio Lima
Izabela Ribeiro
Joana Limongi
Kell Motta
Lourenço de Bem
Marcelino Cruz
Marianne Nassuno
Massimo Massaglia
Max Kokai
Patrícia Bagniewsky
Rodrigo Nardotto
Salete Henkes
Exposição coletiva "Todo sonho parece estranho"
Data: até 23 de junho de 2013
Horário: De 13h às 19h
Informações: (61) 3264 9915
Fonte: Marcela Heitor
SERVIÇOS
Local: Shopping Deck Norte
Endereço: SHIN CA 1 Bloco A, Lote A - Brasília
Telefone do Local: ---
Data: de 10/06/2013 a 23/06/2013
Ponto(s) de Venda(s):
Entrada franca
Valor dos Ingressos:
Entrada franca
Fonte :
http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=37218&canal=14&s=84&ss=0
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Sintra, Portugal - Exposição " Traçando o Brasil - Três Séculos de Desenho de Humor, até 30/06/13
A Fundação Nacional de Artes (Funarte), em parceria com a Câmara de Sintra, promove uma exposição de desenhos críticos, intitulada “Traçando o Brasil – Três Séculos de Desenho de Humor”, no antigo Casino de Sintra. Além de desenhos de Millor Fernandes, a mostra traz ainda desenhos dos seus contemporâneos: Fortuna, Jaguar, Henfil e Ziraldo, de autores atuais como Angeli, Caco Galhardo, e dos irmãos Paulo e Chico Caruso.
Millôr Fernandes terá feito mais de 7 mil desenhos. Para a exposição foram escolhidas obras do acervo particular de Millôr, que eram guardadas na sua casa ou no seu escritório, ambos em Ipanema, no Rio de Janeiro. O conjunto apresentado em Sintra é inédito e é a primeira exposição com os trabalhos de Millôr após a sua morte, em março do ano passado (aos 89 anos). Apesar de ser muito procurado por galerias, fez apenas três exposições, em 1957, 1961 e 1965, e participou numa mostra conjunta em 1986.
A exposição, patente até 30 de junho de terça-feira a domingo, das 10h às 17h , marca a passagem do Ano do Brasil em Portugal e a entrada é gratuita.
Fonte :
http://www.noticiasgrandelisboa.com/2013/06/12/desenho-do-brasil-em-sintra/
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Chargista e humorista espanhol, José Rubio Malagon, amostra da publicação na Obra " Necronomia "
Compartilhado via Google+, TT Catalão.
Blog :
http://chicosantannaeainfocom.blogspot.com.br/2013/05/necronomia-o-desabafo-do-chargista.html
http://chicosantannaeainfocom.blogspot.com.br/2013/05/necronomia-o-desabafo-do-chargista.html
Recebo do amigo TT Catalão mostras do excelente trabalho do jornalista e humorista gráfico espanhol Jose Rubio Malagon. É uma pequena amostra do que foi publicado na obra Necronomia, editada por Edicoes De Ponent, de Madrid.
Como salienta TT Catalçao, trata´se de um desabafo do jornalista gráfico ante a encruzilhada do euro e o colapso da Europa, especialmente a agonia espanhola.
Com um olhar sarcástico incomum, Malagon aborda temas como a Ditadura Financeira, Inflação, as agencias de rating, preços (vietnã), demissões (sinuca), flexibilidade de emprego (golf), ministerio da economia (pasta), comissões bancarias (toureiro), capibalismo,canibalismo promovido pelo capitalismo (máquina sangra), o desenvolvimento insustentável (pescador), o dialogo social (baloon), dentre outros.
Abaixo, trago algumas das críticas espanholas ao trabalho de Jose Rubio Malagon.
Necronomía: El trabajo de Malagón en Necronomía (Edicions de Ponent, 2012) nos habla de conceptos financieros globales y de sus protagonistas. Términos que desde hace algunos años nos resultan familiares y que han hecho que gran parte de la ciudadanía, sin quererlo, se haya hecho experta en economía, hablando con naturalidad de primas de riesgo, inflación, agencias de ratingy de activos tóxicos.
La exposición que presentamos está formada por 20 originales elaborados a lápiz y tinta sobre papel. En ella podrás ver el método de trabajo que emplea Malagón y el resultado final del mismo.
Do Portal rtve-es
Desde hace 15 años, José Rubio Malagón es uno de los humoristas gráficos más importantes, colaborando con diversos medios como Marca, 20 Minutos, El Economista, Lainformacionn.com, El Mundo, ABC, Tiempo, y El Jueves. Y se ha convertido, por méritos propios, en uno de los mejores cronistas de la crisis económica con sus acertados chistes, sin palabras, que se han recopilado en varios libros de humor. El último es Necronomía: El lado más oscuro de la economía (Edicions de Ponent).
"Necronomía -asegura Malagón- es una especie de diccionario visual o ilustrado de la economía en la cual estamos inmersos. Este libro resume en clave de humor negro, conceptos económicos globales y sus protagonistas".
Un título que nos recuerda a un libro maldito, el Necromicón inventado por Lovecraft para sus narraciones de terror: "Si es un juego de palabras del famoso Necronomicón, que de joven me llamó mucho la atención -asegura Malagón-. El subtítulo del libro resume el interior: El lado oscuro de la Economía, todo en esta vida tiene un lado oscuro, hasta la economía".
"De hecho el lado oscuro de ésta se ha hecho visible y bien visible en estos años de crisis. Una economía que arrolla todo lo que tiene delante, sin un ápice de humanidad, con resultados crueles y lamentables que leemos en las noticias día a día, noticias llenas de historias amargas sobre ciudadanos que son despojados de todo, por una economía salvaje y codiciosa que no se ruboriza y que se jacta de su impunidad".
La crisis también le ha afectado
"Muchas de las obras las he ido publicando en diferentes medios - afirma Malagón - como El jueves, El Mundo y, sobre todo, en el digital www.lainformacion.com, donde estuve haciendo la viñeta diaria sobre economía durante los últimos dos años y medio, con la crisis estando de lleno.Trasprescindir estos de mi colaboración, por la crisis, se cierra el círculo, vi que era un momento idoneo de reunir dicho material y añadirle unos cuantos más inéditos para hacerlo más atractivo a un futuro lector".
En cuanto a si la crisi se podía evitar, Malagón asegura que: "Llevo 15 años publicando viñetas por diferentes medios de comunicación, he trabajado en muchos proyectos económicos por lo que el tema económico siempre ha estado presente. Si es cierto que viendo chistes antiguos, ya en el 2007 ya se decía que esto explotaba o se iba ha hundir, pero las consecuencias tan amargas como las vivimos podías intuirlas pero para nada verlas como hoy en día".
"No me resulta dificil hablar de economía - comenta Malagón -, de hecho hay muchos conceptos económicos que en estos últimos años nos son familiares, todos nosotros sin quererlo nos hemos hecho expertos en economía, hablamos de primas de riesgo, de inflación, de agencias de rating y de activos tóxicos con total naturalidad, como quien habla del tiempo. Más difícil ha sido la actualidad, han sido tantas noticias y tan importantes que a veces no sabía que tema elegir. Otras veces los chistes se quedaban obsoletos, porque se iban sucediendo acontecimientos mucho más importantes y había que rehacer las viñetas".
"Los humoristas tenemos que estar al pie del cañón"
"Tengo varios estilos a la hora de trabajar -confiesa Malagón-, dependiendo en el medio que trabaje, unos con aire más desenfadado y caricaturesco y otros con un tono más realista y negro, este último es el estilo utilizado para Necronomía. El estilo se forja dibujando mucho, al principio te pareces a muchos y poco a poco vas viendo cosas en las que te sientes a gusto y que poco a poco forman parte de tu estilo, de un estilo más personal. Lo fundamental no es un estilo diferenciado del resto, lo eshacer buenos chistes, si además tienes un estilo personal, mejor".
"Los humoristas - continúa - reflejamos con imágenes y textos una opinion particular sobre las cosas que vemos y el lector se siente identificado con ellas y las comparte,somos un poco Pepito grillo. El humor es una estupenda válvula de escape para muchas personas que ven resumidos su rabia, su indignación de las situaciones diarias que viven o leen".
Por eso Malagón admira a todos los humoristas gráficos: "A todos, sé lo dificil que estar todos los días al pie del cañón, sea cual sea tu situación personal y decir algo que sea ingenioso o interesante".
En cuanto a por qué no usa bocadillos en sus chistes, Malagón asegura que: "Siempre me ha gustado el poder de las imágenes, me gusta la poesía visual y los imágenes conceptuales, me gusta que lean mis trazos y que saquen cada unos sus conclusiones, a veces diferentes a la idea con las que las dibujé".
"Me siento orgulloso del chiste del rescate a Bankia"
Entres sus miles de chistes, Malagón asegura que uno que le llena de orgullo es: "El chiste sobre el rescate a Bankia, donde se ve un pobre pidiendo con la mano y tras él una mano enorme de Bankia, sale del cajero. Hay chistes que lo haces y los publicas en el instante perfecto y tienen vida propia, la gente lo comparte por todos los lados, lo he visto en pancartas en manifestaciones, como ejemplos en cursos, en powerpoints, etc. Me siento orgulloso que una imagen mía resuma un sentimiento general y que se expresen con ella".
Malagón nos ha avanzado sus proyectos: "Ahora mismo estoy preparando nuevos proyectos para el mes de septiembre que será calentito, me temo, informativamente hablando. Esperando un par de libros a ver si salen y un par de proyectos periodísticos a ver si llegan a ver la luz".
Mientras podemso disfrutar de Necronomía, una de las visiones más lúcidas e irónicas de la difícil situación por la que atraviesa la economía española.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Reportagem - Museus desempenham papel fundamental na educação e cultura do Brasil
Publicado em 20/05/2013
DA REDAÇÃO - 20.05.13: O Brasil conta, atualmente, com mais de três mil museus, locais que desempenham importante papel na educação, na preservação da cultura e no respeito à diversidade. Para mostrar a importância dessas instituições para a história e a cultura do nosso povo, a reportagem da TV NBR visitou três locais em São Paulo (Museu de Artes de São Paulo, Masp; Museu da Língua Portuguesa; Museu Afro Brasil). O órgão responsável pela elaboração de políticas públicas do setor é o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
" Museus desempenham papel fundamental na educação e cultura do Brasil "
Se você quer conhecer um pouco mais sobre a Política Nacional dos Museus, visite o link abaixo :
http://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2010/02/politica_nacional_museus_2.pdf.
Clique na imagem do MASP para ver a reportagem da TV NBR.
Clique na imagem do MASP para ver a reportagem da TV NBR.
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| Reportagem TV NBR |
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Redes sociais articulam financiamento de novos projetos através do crowdfunding
Ideia/opção :
E aí artista ! Que tal alavancar recursos através das Redes Sociais. Conheça um pouco do conceito " crowdfunding ". Dê asas aos seus Projetos e Sonhos !
E aí artista ! Que tal alavancar recursos através das Redes Sociais. Conheça um pouco do conceito " crowdfunding ". Dê asas aos seus Projetos e Sonhos !

Agência Brasil
Que tal começar um negócio contando com as ideias e a colaboração financeira de várias pessoas por meio de uma articulação via redes sociais? Essa é a ideia do crowdfunding, que tem como base a contribuição tanto de ideias quanto de recursos financeiros para viabilizar projetos que, de outro modo, provavelmente não se efetivariam.
O nome em inglês para essa espécie de “vaquinha virtual” significa financiamento (funding) por intermédio da coletividade (crowd), ou seja, é um financiamento coletivo para novas ideias. Para discutir a ferramenta, Brasília está sediando até hoje (18) o Crowdfunding Festival, com palestras e workshops que pretendem orientar os interessados em atuar na área.
O evento apresenta técnicas e metodologias para ensinar a captação financeira por meio de colaboração coletiva, com apresentação de pessoas que já tiveram sucesso com esse tipo de arrecadação, nas áreas de edição de livros, de informática e música, entre outras. No evento ainda estão previstos shows no final do dia. A programação completa está disponível na página do festival: http://crowdfundingfestival.com.br/site/.
De acordo com o coordenador do festival, o produtor cultural Gledson Shiva, o idealizador de um projeto deve, basicamente, se inscrever em uma plataforma digital de crowdfunding, informar a quantia necessária para viabilizá-lo e o prazo estipulado. Quem contribui, recebe recompensas, como vantagens ou produtos especiais.
Para ele, o sucesso da maioria dos projetos é garantido por meio da arrecadação de pequenas quantias, algo entre R$ 10 e R$ 20, permitindo que qualquer pessoa se torne um financiador de projetos.
“Os benefícios do crowdfunding são incomparáveis em relação à burocracia de um financiamento tradicional, por meio do Estado ou de bancos, que pedem uma série de cadastros, documentos e comprovações. Se elaborada de forma completa, uma campanha pode ter muito sucesso. O financiamento coletivo é uma forma viável de captar recursos, viabilizar projetos e concretizar ideias”, explicou Shiva.
Segundo a organização do festival, em outros países, como nos Estados Unidos, quantias altas são arrecadadas por meio do crowdfunding. Estima-se que o volume global das arrecadações solidárias tenha alcançado R$ 2,7 bilhões em 2012, 81% a mais do que em 2011. Para 2013, a projeção é que se chegue aos R$ 5,1 bilhões. No Brasil, a maioria dos projetos é nas áreas de cultura, esportes e artes.
Essa modalidade de financiamento tem sido a expectativa da banda de pop rock Lorem, que espera a avaliação da curadoria de duas plataformas de cowdfunding. “Como tem muita gente interessada nesse tipo de arrecadação, a avaliação demora. As curadorias são bem exigentes em relação aos projetos apresentados. As plataformas são mais ou menos simples de usar. No nosso caso, tivemos ajuda, caso contrário, não teria sido simples montar um projeto que competisse, de fato, com os outros”, disse o produtor da banda, Paulo Lobo.
Uma dúvida inevitável surge quando se fala em contribuição: “E o que eu ganho em retorno”? De acordo com Gledson Shiva, quando o valor das arrecadações é baixo – o que facilita a execução do projeto –, brindes, créditos, lembrancinhas ou pequenas vantagens servem de estímulo.
Situações usuais são as de músicos, bandas ou atletas, em que os próprios fãs contribuem pelo fato de gostar do trabalho para o qual estão colaborando. O mesmo ocorre com arrecadações para causas sociais, como projetos ambientais ou de direitos humanos – há uma tendência a se contribuir quando a pessoa se identifica com a ideia.
Essa desconfiança em relação ao uso do capital arrecadado ainda é um desafio a ser transposto, assim como o receio que muitas pessoas têm de fazer pagamentos pela internet, por meio de cartão de crédito – já que as formas de crowdfunding são via rede.
“De um modo geral, o projeto é explicado por meio de um vídeo, em que a pessoa explica qual a sua história, proposta e o que pretende fazer. São alguns minutos em que a pessoa pode se convencer da credibilidade da ideia”, disse Shiva.
Fonte :
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/05/18/redes-sociais-articulam-financiamento-de-novos-projetos-atraves-do-crowdfunding/
Funarte - Ocupação de Galerias e estímulo à produção de Artes Visuais, lista e habilitados e prazo recursos
Ocupação de galerias da Funarte e Bolsa de Estímulo à Produção em Artes Visuais: lista de habilitados

A Fundação Nacional de Artes – Funarte divulgou nesta sexta-feira, 17 de maio, a relação dos projetos habilitados e inabilitados na primeira fase do processo seletivo dos editais Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013, para ocupação das galerias da instituição no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Brasília, e Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais.
Os proponentes não habilitados poderão interpor recurso à comissão de habilitação até a próxima terça-feira, 21 de maio. O prazo de dois dias úteis, a contar da data de divulgação, está previsto nos editais. Os recursos deverão ser encaminhados em formulário próprio, disponível na página da Funarte, para os endereços eletrônicos referentes a cada edital.
Acesse abaixo, na página de cada edital, as relações de projetos habilitados e inabilitados, o formulário e o endereço eletrônico para interposição de recursos.
Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais 2013
Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Projéteis Funarte de Artes Visuais Rio de Janeiro
Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Galerias Funarte de Artes São Paulo
Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Galpão 5 Funarte MG
Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Sala Nordeste de Artes Visuais Recife
Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013 – Atos Visuais Funarte Brasília – Galeria e Marquise
http://www.funarte.gov.br/wp-content/uploads/2013/03/Habilitados-e-inabilitados-1%C2%AA-fase-Brasilia.pdf
Fonte :
http://www.funarte.gov.br/funarte/ocupacao-de-galerias-da-funarte-e-bolsa-de-estimulo-a-producao-em-artes-visuais-lista-de-habilitados/
sábado, 18 de maio de 2013
São Paulo SP, Mostra Brasil-Alemanha : Culturas conectadas, panorama da arte digital .
Arte digital: conectando o corpo à extensão da cidade

Mostra Brasil-Alemanha: Culturas Conectadas, na Galeria de Arte Digital do SESI-SP, traça um panorama da arte digital urbana dos dois países e propõe novas formas de interação com a cidade.
Quer imaginar São Paulo para além da visão viciada de quem está habituado à cidade ou da retina cansada da rotina? O uso de fachadas digitais de mídia molda o espaço o urbano de maneira inusitada ao propor desvios e surpresas. Por meio da tecnologia, cenários imaginários são projetados para interagir com construções antes cinzentas e estáticas, transformando espaços comerciais em lugares de comunicação e encontros.
Com essas provocações, é inaugurada, no dia 15 de maio, a Mostra Brasil Alemanha: Culturas Conectadas, na Galeria de Arte Digital do SESI-SP. Em plena Avenida Paulista, ícone da cidade e uma de suas mais movimentadas artérias, o público passante pode partilhar de quatro experiências diferentes de ocupações e intervenções na fachada do edifício sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
Galeria a céu aberto
Parte da programação da Temporada da Alemanha no Brasil 2013-2014, que começa neste mês de maio, a mostra reúne quatro trabalhos de arte digital: ... Mais
Fonte :
http://www.goethe.de/ins/br/lp/kul/dub/bku/pt11028616.htm
Solicitada autorização para postar ao " Webredakteurin Goethe-Institut Brasilien ", Soraia Vilela.
Brasília DF - Exposição " Recortes em Conjunto ", 22/05 à 16/07/13
A galeria virtual Conjunto A4 selecionou algumas das obras de artistas que são representados pelo coletivo. O resultado da curadoria poderá ser conferido na exposição Recortes em Conjunto, em cartaz no Espaço Cena Brasília a partir do próximo dia 22 de maio. Confira!
Data: 22 de maio a 16 de julho
Hora: Confira a programação
Local: Espaço Cena - SCLN 205 Bloco C Loja 25
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Data: 22 de maio (abertura com Criolina Champagne) até 16 de julho
Hora: De Segunda a sexta, das 14 às 18h. Em dias de espetáculo, das 19 às 22h.
Hora: De Segunda a sexta, das 14 às 18h. Em dias de espetáculo, das 19 às 22h.
Sobre: Dentre os artistas representados, estão Carolina Vecchio, Clarice Gonçalves, Débora Amor, Matias Monteiro, Pedro Ivo Verçosa, Renato Rios, Virgilio Neto, Jean Matos, Lucas Gehre, Gabriel Góes e Gabriel Mesquita. Os jovens representados pela Galeria Conjunto A4 são considerados promissores das artes visuais brasilienses, já contando com destaque em alguns cantos do país, como é o caso, por exemplo do trio composto por Gehre, Góes e Mesquita, os criadores da revista Samba, de quadrinhos. As obras selecionadas são trazidas de outras exposições realizadas pelos artistas.
Além de expor, o coletivo propôs uma série com três debates que colocam em pauta a cadeia produtiva e comercializável da arte contemporânea no Brasil. Eles discutirão o acesso a obras de arte e a reprodutibilidade de peças em impressão fine art.
Além de expor, o coletivo propôs uma série com três debates que colocam em pauta a cadeia produtiva e comercializável da arte contemporânea no Brasil. Eles discutirão o acesso a obras de arte e a reprodutibilidade de peças em impressão fine art.
Debates:
- Debate com Clarisse Gonçalvez, Débora Amor e Pedro Ivo Verçosa
Data: 28 de maio
Hora: A partir das 19h
Hora: A partir das 19h
- Debate com o coletivo da Revista Samba
Data: 11 de junho
Hora: A partir das 19h
Hora: A partir das 19h
- Debate com Virgílio Neto, Renato Rios e Jean Matos
Data: 9 de julho
Hora: A partir das 19h
Hora: A partir das 19h
Ingressos
- Entrada gratuita
*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.
Mais Informações
Telefone: (61) 3349-3937
Classificação: Livre
Fonte :
http://brasilia.deboa.com/cultural/exposicao-recortes-em-conjunto
Classificação: Livre
Fonte :
http://brasilia.deboa.com/cultural/exposicao-recortes-em-conjunto
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Rio Acima MG - Brasil ganhará réplica do Teatro Globe em homenagem a Shakespeare,
Notícias / Artes Cênicas
Em 2016, ano em que será lembrado o quarto centenário da morte de William Shakespeare, a pequena cidade mineira, na região metropolitana de Belo Horizonte, vai inaugurar a única réplica, fora de Londres, do teatro onde nos séculos 16 e 17 eram feitas as primeiras encenações das hoje clássicas peças do dramaturgo inglês
Em 2016, ano em que será lembrado o quarto centenário da morte de William Shakespeare, a pequena cidade mineira, na região metropolitana de Belo Horizonte, vai inaugurar a única réplica, fora de Londres, do teatro onde nos séculos 16 e 17 eram feitas as primeiras encenações das hoje clássicas peças do dramaturgo inglês
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| Foto : Reprodução |
Não se trata de ser ou não ser, mas sim de construir para educar. Para tanto, o Sistema Educacional Brasileiro (SEB) decidiu construir uma réplica do Globe Theater ou simplesmente o The Globe, principal palco da apresentação das obras de Willian Shakespeare, poeta e dramaturgo inglês considerado o maior escritor anglo-saxão e o mais influente dramaturgo do mundo.
Em parceria inédita, o SEB e os demais unidades educacionais do grupo vão construir em 2016, ano de aniversário dos 400 anos da morte de Shakespeare, será inaugurada a réplica do The Globe na de Rio Acima, em Minas Gerais. A construção do espaço, que terá 1,5 mil lugares, será possibilitada por uma parceira dos institutos Arte Brasil e Gandarela.
O teatro terá influências brasileiras, como elementos da arte barroca e a construção de pau a pique. O projeto envolve a criação de uma escola de dramaturgia, festivais teatrais, com a produção de 37 peças de Shakespeare e outras apresentações brasileiras.
O Globe Theater foi uma moderna construção erguida em 1599 por Peter Streete, na época elisabetana, no borough de Southwark, numa área chamada Bankside, próxima ao rio Tâmisa, com as estruturas do primeiro teatro inglês – The Theatre -, erguido em 1576 pelo ator James Burbage e demolido em 1598 depois de ter sua licença cassada.
A casa foi reinaugurada em 1997, sendo agora chamada de Shakespeare's Globe Theatre ou New Globe Theatre. William Shakespeare tornou-se um de seus sócios do The Globe, transformando-o em arena para as representações de peças como Hamlet e Rei Lear. Fechado em 1642, após a vitória dos puritanos liderados por Oliver Cromwell na Guerra Civil Inglesa (1642-1649), o teatro seria reconstruído e reinaugurado em 1996. A reconstituição das características originais do Globe foi possível graças a pesquisas arqueológicas que em 1989 descobriram suas fundações e as ruínas do Rose Theatre, construção da mesma época.
Fonte :http://conceito.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Brasil_ganhara_replica_de_teatro_em_homenagem_a_Shakespeare&id=485
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Em parceria inédita, o SEB e os demais unidades educacionais do grupo vão construir em 2016, ano de aniversário dos 400 anos da morte de Shakespeare, será inaugurada a réplica do The Globe na de Rio Acima, em Minas Gerais. A construção do espaço, que terá 1,5 mil lugares, será possibilitada por uma parceira dos institutos Arte Brasil e Gandarela.
O teatro terá influências brasileiras, como elementos da arte barroca e a construção de pau a pique. O projeto envolve a criação de uma escola de dramaturgia, festivais teatrais, com a produção de 37 peças de Shakespeare e outras apresentações brasileiras.
O Globe Theater foi uma moderna construção erguida em 1599 por Peter Streete, na época elisabetana, no borough de Southwark, numa área chamada Bankside, próxima ao rio Tâmisa, com as estruturas do primeiro teatro inglês – The Theatre -, erguido em 1576 pelo ator James Burbage e demolido em 1598 depois de ter sua licença cassada.
A casa foi reinaugurada em 1997, sendo agora chamada de Shakespeare's Globe Theatre ou New Globe Theatre. William Shakespeare tornou-se um de seus sócios do The Globe, transformando-o em arena para as representações de peças como Hamlet e Rei Lear. Fechado em 1642, após a vitória dos puritanos liderados por Oliver Cromwell na Guerra Civil Inglesa (1642-1649), o teatro seria reconstruído e reinaugurado em 1996. A reconstituição das características originais do Globe foi possível graças a pesquisas arqueológicas que em 1989 descobriram suas fundações e as ruínas do Rose Theatre, construção da mesma época.
Fonte :http://conceito.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Brasil_ganhara_replica_de_teatro_em_homenagem_a_Shakespeare&id=485
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Fortaleza CE, Exposição Arte Contemporânea Brasileira, 17/05 à 29/06/13
Uma pincelada sobre as artes visuais brasileiras em 40 obras

Galeria Multiarte abre, nesta sexta-feira, exposição
sobre a arte contemporânea produzida no Brasil
No trabalho de 27 artistas nacionais, um panorama do que seria a identidade da arte contemporânea brasileira. Essa é a proposta da abrangente exposição "Arte Contemporânea Brasileira - Dos anos 1950 aos dias atuais", em cartaz na Galeria Multiarte, dirigida por Max Pelingeiro.
Espaço da Galeria Multiarte com exposição ainda em processo de montagem

"São 40 obras e abrangem um período amplo, desde a primeira concepção de contemporaneidade, ditada por Mario Pedroza, durante a Bienal da Bahia, em 1966; até os neoconcretos cariocas, Ligia Clark, Hélio Oiticica... Somente os neoconcretos, aliás, já garantiriam uma exposição muito rica. Então, é uma excelente oportunidade de saber sobre a arte dos nossos tempos", afirma Max Pelingeiro.
Ao citar Mario Pedroza, o diretor faz referência ao artigo publicado pelo crítico de arte em ocasião da Primeira Bienal de Artes Plásticas, em dezembro de 1966. Entre outros, Pedroza observa: "O Brasil artístico cultural tende, com efeito, a ser cada vez menos um mosaico de regiões para ser um todo cultural, um complexo nacional vivo em formação".
A coleção é representada por expoentes de tendências artísticas brasileiras, como os neoconcretos Amílcar de Castro (1920-2002), Decio Oliveira (1922-1988), Ivan Serpa (1923-1973), Franz Weissmann (1911-2005), Hélio Oiticica (1937-1980), Lygia Clark (1920-1988) e Lygia Pape (1927 - 2004). Os paulistas neoconcretos: Hércules Barsotti (1914-2010) e Willys de Castro; e os concretos, Lothar Charoux (1912-1987) e Judith Lauand (1922). Além de artistas geométricos não vinculados a grupos, como Mira Schendel (1919-1988) e Sergio Camargo (1930-1990). Representando a segunda geração construtivista, haverá Antonio Dias e Luciano Figueiredo.
Complementando, integram a seleção Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Ernesto Neto, Ione Saldanha (1919-2001), Jaildo Marinho, Marçal Athayde, Sérvulo Esmeraldo e Waltercio Caldas. Já a fotografia será representada por Miguel Rio Branco, Rosangela Rennó e Vik Muniz.
Em destaque: Coluna neoconcreta III, de Weissmann, 1957-2000. Ao lado, outras peças da mostra-

Panorama
"Essa semana, vi uma matéria de televisão sobre uma exposição que está abrindo em Nova Iorque, justamente sobre arte contemporânea. E o elenco de artistas deles é muito parecido com o nosso. Muitos nomes se repetem. Então, essa mostra que vamos abrir é uma oportunidade de ver, em um mesmo ambiente, o que está acontecendo no mundo", comenta Pelingeiro.
Segundo Max, nomes tão distintos, de técnicas e escolas tão diferentes são capazes de compartilhar o espaço simbólico e físico de uma mesma exposição pela mesma razão apontada por Mario Pedroza: "O momento por que passa a arte brasileira é este, de globalização. Temos uma arte global, por si só panorâmica", opina.
Também por isso "Arte Contemporânea Brasileira - Dos anos 1950 aos dias atuais" opta por apresentar a maior diversidade possível de técnicas e processos: objetos, fotografias, pinturas, esculturas. "Temos uma famosa instalação de Cildo Meireles, da década de 90, chamada ´Camelô´, produzida com alfinetes. Temos também um tríptico de Miguel Rio Branco, chamado ´Santiago de Compostela´, com cenas importantes de obras barrocas", adianta o diretor.
Extra
Utilizando a tecnologia em favor da arte, a galeria disponibilizará qr codes com informações adicionais - seja sobre os processos de produção das obras, seja sobre a biografia dos artistas, acessadas por meio de registro fotográfico, por qualquer smartphone ou tablet. No qr code desta página, o leitor poderá ver alguns dos vídeos disponíveis em espaços da galeria.
Planejada para ir até o dia 29 de junho, a mostra, justamente por sua abrangência, deverá servir de ponto de partida para outras ações e produtos. A primeira das iniciativas é a edição de um catálogo bilíngue da mostra, com textos de Mario Pedroza e Fernando Cocchiarale, especialista em arte brasileira contemporânea. Além disso, a galeria pretende ainda promover um seminário, com a presença de críticos e artistas, e a exibição de filmes produzidos sobre artistas representados nesta exposição.
Confira entrevista com Adriana Varejão

"Os desdobramentos certamente foram tão maiores quanto a própria exposição. Queremos fazer uma mostra audiovisual em julho, com dez filmes, pelo menos duas produções por semana, seguidas de um bate papo com especialistas. Há filmes sobre Waltercio Caldas, Sérgio Camargo... E ainda uma montagem chamada ´Neoconcretos´, feita a partir de entrevistas com os próprios artistas. Tudo isso deve somar muito com a exposição", acrescenta Pelingeiro.
Mais informações
Exposição "Arte Contemporânea Brasileira". De 17 de maio a 29 de junho, na galeria Multiarte ( R. Barbosa de Freitas, 1727 - Aldeota). Contato: (85) 3261.7724 Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h. Aos sábados, das 14h às 18h.
MAYARA DE ARAÚJO REPÓRTER
Fonte :
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1267297
segunda-feira, 13 de maio de 2013
História das Artes Plásticas no Brasil
História das Artes Plásticas no Brasil
Pode-se considerar as manifestações artísticas indígenas,como os adornos feitos com plumas,a pintura corporal e a cerâmica,como a origem das artes plásticas brasileiras.No entanto,foi com a chegada dos portugueses e o consequente contato com a arte européia que o País iniciou verdadeiramente o seu desenvolvimento artístico,gerando obras e artistas de renome internacional.
A primeira questão que se coloca em relação a arte indígena é defini-la ou caracterizá-la entre as muitas atividades realizadas pelos índios.
Quando dizemos que um objeto indígena tem qualidades artísticas,podemos estar lidando com conceitos que são próprios da nossa civilização,mas estranhos ao índio.Para ele,o objeto precisa ser mais perfeito na sua execução do que sua utilidade exigiria.Nessa perfeição para além da finalidade é que se encontra a noção indígena de beleza. Desse modo,um arco cerimonial emplumado,dos Bororo,ou um escudo cerimonial,dos Desana,podem ser considerados criações artísticas porque são objetos cuja beleza resulta de sua perfeita realização (História da Arte,Graça Proença,pág.190)
(Escudo Cerimonial dos índios Desana)
É apenas a partir do século XVIII que as artes plásticas brasileiras são impulsionadas,seguindo de certa forma os estilos e movimentos europeus.
O Barroco
O Barroco brasileiro é claramente associado a religião católica.Por todo o país,são inúmeras as igrejas construídas segundo os princípios desse estilo.Mas há também muitos edifícios civis - como cadeias,câmaras municipais,moradias de pessoas ilustres - e chafarizes que apresentam nítidas características barrocas.
(Fachada da Igreja de São Francisco,em Salvador)
(Chafariz do Museu da Inconfidência)
Duas linhas diferentes caracterizam o estilo barroco brasileiro.Nas regiões enriquecidas pelo comércio de açúcar e pela mineração,encontramos igrejas com trabalhos em relevo feitos em madeira - as talhas recobertas por finas camadas de ouro,com janelas,cornijas e portadas decoradas com detalhados trabalhos de escultura.É o caso das construções barrocas de Minas Gerais,Rio de Janeiro,Bahia e Pernambuco.
Já nas regiões onde não existia nem açúcar nem ouro,a arquitetura teve outra feição.Aí as igrejas apresentam talhas modestas e trabalhos realizados por artistas menos experientes e famosos do que os que vivam nas regiões mais ricas da época.(História da Arte,Graça Proença,pág.196).
(Teto da capela-mor da igreja do Carmo,em Itu,pintura de frei Jesuíno do Monte Carmelo)
Apesar das influências europeias sofridas pelos brasileiros inicialmente,teve início nesta época o que pode ser considerado como a verdadeira arte nacional,já que as temáticas abordadas eram mais brasileiras e os materiais,abundantes,como madeira e pedra sabão.Os maiores expoentes da arte barroca brasileira são o pintor Manuel da Costa Ataíde (1762-1830) e o escultor Antônio Francisco Lisboa (1730-1814),mais conhecido como "aleijadinho".
(Manuel da Costa Ataíde)
(Antônio Francisco Lisboa)
Aleijadinho encontrou na Bíblia sua maior fonte de inspiração,desenvolvendo obras sacras que adornam a maioria das igrejas das chamadas cidades históricas de Minas Gerais,como Ouro Preto,Mariana,São João del Rey e,principalmente,Congonhas do Campo,onde está sua obra-prima,os 12 profetas,feitos em pedra-sabão e que adornam o santuário de Bom Jesus de Matosinhos.
(Os 12 profetas,Santuário de Bom Jesus de Matosinhos)
Sua genialidade é ainda maior se for levada em conta a doença degenerativa de que foi vítima desde 1777 e que levou a deformidade de todos os seus membros.Os Profetas só puderam ser executados graças a equipamentos especialmente confeccionados para que se adaptassem a seus pulsos e permitissem o trabalho de esculpir,pois suas mãos estavam inutilizadas.Grande parte de suas esculturas foi complementada pela pintura de Manuel da Costa Ataíde,cuja obra prima é o teto da nave da Igreja de São Francisco de Assis,em Ouro Preto,Minas Gerais.
(Teto da nave da Igreja de São Francisco de Assis,em Ouro Preto,Minas Gerais)
O Neoclassicismo
A Missão Artística Francesa chegou ao Brasil em 1816,chefiada por Joachin Lebreton.Dela faziam parte,entre outros artistas,Nicolas Antoine Taunay,Jean-Baptiste Debret e Auguste-Henri-Victor Grand-Jean de Montigny.Esse grupo organizou,em agosto de 1816,a Escola Real das Ciências,Artes e Ofícios.Essa instituição teve seu nome alterado muitas vezes,até ser transformada,em 1826,na Imperial Academia e Escola de Belas-Artes.
Taunay (1755-1830) é considerado uma das figuras mais importantes da Missão Francesa.Na Europa,participou de várias exposições e na corte de Napoleão foi muito requisitado para pintar cenas de batalha.
No Brasil,as pinturas de paisagens foram suas criações mais famosas.Durante os cinco anos que permaneceu aqui,produziu cerca de trinta paisagens do Rio de Janeiro e regiões próximas.Entre eles está Morro de Santo Antônio em 1816.
Debret (1768-1848) é certamente o artista da Missão Francesa mais conhecido pelos brasileiros,pois seus trabalhos,que documentam a vida no Brasil durante o século XIX,são muito reproduzidos nos livros escolares.
Em 1791,Debret já era um artista premiado na Europa e,nos primeiros anos do século XIX,recebia encomendas da corte francesa para pintar quadros com temas relacionados ao Imperador Napoleão.(História da Arte,Graça Proença,pág.211)
Suas principais obras feitas no Brasil são o Retrato de D.João e o Desembarque da arquiduquesa Leopoldina.
(Retrato de D.João VI)
Graças a ele,foram realizadas as duas primeiras exposições de Belas-Artes no Brasil,em 1829 e 1830.A escola se responsabilizou pela difusão dos conceitos do Neoclassicismo europeu,que buscava o retorno as formas perfeitas das obras greco-romanas e privilegiava o retrato de paisagens,em detrimento das figuras humanas.
(Família de um Chefe Camacã preparando-se para uma festa,Debret)
Com a volta de Debret a França,em 1831,as paisagens brasileiras se tornam famosas na Europa,sendo que a sua obra executada no Brasil foi de grande valor documental para a História brasileira nas primeiras décadas do século XIX,em termos de iconografia.
O Academicismo
A primeira,marcada pela estética romântica,privilegia a intuição e o instinto utilizando formas e temas mais populares.Os principais nomes desta época são Vítor Meireles (1832-1903) - o mais importante pintor brasileiro do século XIX,que exerceu o magistério por mais de 30 anos e cuja tela mais conhecida é o Combate Naval do Riachuelo - e seu aluno,e posterior substituto na Academia,Pedro Américo (1843-1905),o maior representante da pintura histórica brasileira,cuja tela mais ambiciosa talvez tenha sido a Batalha do Avaí,que já foi exposta em vários museus do mundo.
(Combate Naval do Riachuelo,Vítor Meireles)
(Batalha do Avaí,Pedro Américo)
A segunda geração já prevê o abandono do Academicismo e se inicia na tendência impressionista,que vai atrás da natureza e efeitos que a luz exerce sobre os objetos.Para os impressionistas,o movimento é mais importante que as formas nítidas,sendo introduzido no Brasil pelo pintor de origem italiana Eliseo Visconti (1866-1944),professor da escola Nacional de Belas-Artes do Rio de Janeiro e importante decorador,sendo mostras de sua habilidade o Teatro Municipal e a Biblioteca Nacional,ambos no Rio de Janeiro.Outro nome famoso desta época é o do pintor Benedito Calixto (1852-1927),que retratou basicamente temas religiosos e costumes simples do interior.Tendo vivido muito tempo em Santos,litoral de São Paulo,recebeu o apelido de "Pintor do Mar" pelo grande número de marítimas que pintou.
(Porto de Santos em 1879,Benedito Calixto)
A Arte Moderna
Os ideais modernistas chegaram ao Brasil com quase vinte anos de atraso.Naquela época,a troca de informações entre os continentes era menor e mais lenta do que hoje.Além disso,havia o atraso econômico do Brasil.A arte modernista refletia o mundo da máquina,da cidade grande,da velocidade,do capitalismo industrial,da revolução social.No Brasil,essa realidade moderna estava ainda nascendo.Portanto,era natural nosso "atraso" cultural.(Será mesmo que existe esse tipo de atraso?)
As novas modas estéticas foram trazidas por jovens artistas e intelectuais da elite brasileira que tinham recursos para viajar até Paris,Berlim e Londres.
O ano de 1922 foi o grande marco do nosso modernismo.É bom lembrarmos que naquele ano estourou a primeira rebelião tenentista,o episódio dos Dezoito do Forte.Foi também o ano da fundação do Partido Comunista do Brasil.O país estava grávido de mudanças!
Os rapazes e as moças queriam divulgar a nova maneira de fazer arte e poesia que eles já praticavam havia algum tempo.Para isso,organizaram a célebre Semana de Arte Moderna de 1922,na capital paulista.Estavam lá,apresentando suas obras,jovens e atrevidos poetas e escritores,como Mário de Andrade ,Oswald de Andrade,Menotti del Picchia,Manuel Bandeira,músicos,como Heitor Villa-Lobos,artistas plásticos,como Anita Malfatti,Di Cavalcanti,Vicente do Rego Monteiro e Victor Brecheret.
A Semana de Arte Moderna foi patrocinada pela burguesia cafeeira e teve lugar no sofisticado Teatro Municipal de São Paulo.Mesmo assim,os visitantes ficaram chocados.A linguagem era tão nova e inesperada que o público,acostumado com a arte acadêmica tradicional,considerou aquilo tudo uma grande bobagem.
(o imponente Teatro Municipal de São Paulo)
Teve gente que vaiou,ficou imitando galinha e cachorro durante as declamações de poesia,jogou tomates e ovos nos músicos.Essa reação não era nova nem inesperada: pouco tempo antes,o escritor Monteiro Lobato já havia atacado a pintura modernista de Anita Malfatti. Uma mostra de que alguns intelectuais não compreendiam as novas propostas.
(A Estudante 1915-1916,Anita Malfatti)
O modernismo foi muito importante para a cultura brasileira.Estimulou os escritores e artistas a criarem uma cultura genuinamente brasileira.Já que era diferente da Europa e dos EUA,o Brasil deveria criar uma cultura adequada a sua própria realidade,que levasse os brasileiros a compreenderem melhor a si mesmos e ao seu país. Oswald de Andrade falava da cultura antropofágica.Como você sabe,os antropófagos são comedores de gente.Pois os brasileiros deveriam ser antropófagos em relação a cultura européia.Ou seja,em vez de rejeitá-la,deveriam absorvê-la.Mas de um jeito especial: matando,devorando e aproveitando seus sucos vitais para se desenvolverem com autonomia.
(Antropofagia,de Tarsila do Amaral,é um exemplo da pintura que tanto chocou os críticos conservadores brasileiros)
(Diana Caçadora mostra formas delicadas e arredondadas,quase geométricas,típicas de Victor Brecheret)
A Arte Contemporânea
(Parangolés,Hélio Oiticica)
A partir da década de 60,as artes plásticas brasileiras passam por estilos vários como o Neo-abstracionismo,a Pop-art,a performance e a neofiguração,sem que nenhum se firmasse realmente como movimento.Vários nomes surgem e desaparecem do cenário artístico brasileiro repentinamente,buscando uma identidade que ainda está por vir.As instalações (obras em que os artistas usam um espaço - ao ar livre ou fechado - e montam obras misturando objetos e tendências variadas) são o retrato dos anos 90,quando muitos artistas buscam no ecletismo uma forma única de representação de sua arte.
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